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Determinações Bíblicas Para Dízimos e Ofertas Alçadas

1. DÍZIMOS

O assunto principal que quero abordar é a base bíblica das ofertas, não pretenderia, portanto, me alongar no tratamento do dízimo. Sinto-me, entretanto, na obrigação de colocar algumas poucas e objetivas palavras sobre a questão do dízimo. Não é minha intenção dar uma exposição detalhada de que o dízimo é uma determinação procedente de Deus, que precedeu a lei cerimonial e judicial da nação de Israel (incorporando-se posteriormente a essas), sendo portanto válido para todas as épocas e situações. Não é, também, minha intenção partir para uma exposição da seriedade com a qual Deus apresentou e tratava essa questão do dízimo. Não vou, portanto, examinar as severas advertências àqueles que desprezavam suas determinações. Tudo isso já foi dito e exposto por outros de uma forma bem melhor e mais completa do que eu poderia aqui fazer.

Gostaria apenas de reforçar dois princípios bíblicos sobre o dízimo, extraídos do Novo Testamento. Por isso os classificaremos como princípios neotestamentários, que devem regular a nossa contribuição sistemática:

a) O primeiro princípio neotestamentário que desejo ressaltar, é que a Palavra de Deus nos ensina que devemos contribuir planejadamente. Temos este ensinamento em 2 Co 9.7, que diz: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento (Atualizada: ‘necessidade’); porque Deus ama ao que dá com alegria”.

Freqüentemente nos concentramos apenas no entendimento superficial do versículo, e interpretamos que ele fala simplesmente da voluntariedade da contribuição. Mas o fato de que ele nos ensina que a nossa contribuição deve ser alvo de prévia meditação e entendimento nos indica, com muito mais força, que ele deve ser uma contribuição planejada, não aleatória, não dependente da emoção do momento. O dar com emoção é válido. O dar seguindo o impulso momentâneo do coração, possivelmente, mas ambos não se constituem no cerne do “dar” neotestamentário.

Deus está nos ensinando que o seu “mover do nosso coração” não significa a abdicação de nossas responsabilidades. Ele nos ensina que não podemos simplesmente esquecer as portas abertas que ele coloca à nossa frente, relacionadas com as necessidades de sua igreja, e esperar o “mover do espírito”. Tudo isso soa muito piedoso e espiritual, mas se vamos propor no nosso coração, significa que vamos considerar com seriedade que a nossa contribuição deve ser planejada.

Bem, o irmão pode achar uma excelente forma de planejar, mas eu não encontro melhor forma do que a estabelecida na Bíblia: que é a dádiva do dízimo, reconhecimento simbólico de que tudo o que temos pertence a Deus. O dízimo representa a essência da contribuição planejada e sistemática e, conseqüentemente, deveríamos propor no nosso coração dar o dízimo. Vêem como isso muda a compreensão que tantos têm do verso? Alguns dizem: o dízimo constrange e retira a alegria da contribuição, quando o ensinamento é justamente o contrário: proponha no seu coração, sistematize sua contribuição e a contribuição fluirá de você sistematicamente, sem constrangimentos, com alegria. Não procure inventar: contribua na forma ensinada pelo próprio Deus ao seu povo.

b) Um segundo princípio neotestamentário, é que Deus espera que a nossa contribuição seja proporcional aos nossos ganhos, ou seja, devemos contribuir proporcionalmente. Encontramos esta lição em 1 Co 16.2-3, que diz: “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado, guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar.”

O ensinamento é, mais uma vez muito claro. É óbvio que Paulo espera uma contribuição sistemática, pois ele diz que ela deveria ser realizada aos domingos (no primeiro dia da semana), que é quando os crentes se reuniam. O versículo é muito rico em instrução, demonstrando até a propriedade de nos reunirmos e cultuarmos ao Senhor aos domingos, contra os ensinamentos dos sabatistas, testemunhas de jeová e, agora, até da Valnice Milhomens, de que deveríamos voltar ao Velho Testamento e estarmos guardando o sábado, o sétimo dia da semana.

Quero chamar a sua atenção, entretanto, para o fato de que Paulo, pela inspiração do Espírito Santo, nos ensina que temos que contribuir conforme Deus permitir que prosperemos, ou seja, conforme os nossos ganhos. Essa é a grande forma de justiça apontada por Deus: as contribuições devem ser proporcionais, ou seja um percentual dos ganhos. Assim, todos contribuem igualmente, não em valor, mas em percentual.

Mais uma vez, o irmão pode querer inventar um percentual qualquer. Admito até que isso pudesse acontecer se nunca tivesse tido acesso ao restante da Bíblia, mas todos nós sabemos qual foi o percentual que o próprio Deus estabeleceu ao seu povo: dez por cento dos nossos ganhos! Isso, para mim me parece satisfatório e óbvio. Não preciso sair procurando por outro meio e forma, principalmente porque se assim eu o fizer posso até dizer, eu contribuo sistematicamente com o percentual que eu escolhi, mas nunca vou puder dizer que o faço em paridade e justiça com os outros irmãos, pois quem garante que o percentual dele é igual ao meu? Eu destruiria com isso, o próprio ensinamento da proporcionalidade que Deus nos ensina através de Paulo. Porque não seguir a forma, o planejamento e a proporção que já havia sido determinada por Deus?

Sabemos que temos muita argumentação falha, a favor do dízimo, que procura utilizar prescrições da lei cerimonial (cumprida em Cristo) ou da lei judicial de Israel (de caráter temporal, para aquela nação). Entretanto, temos, igualmente, muitos princípios válidos e exemplos sobre o dízimo, tanto no Velho como no Novo Testamento. No nosso caso, procurei me concentrar apenas nesses dois princípios.

Acredito, portanto, na primazia da contribuição sistemática, planejada, que não está sujeita ou escravizada às flutuações da nossa natureza pecaminosa, mas que segue o modelo e percentual utilizado pelo povo de Deus e que procedeu das próprias determinações divinas.


2. OFERTAS

Necessitamos, em adição, ir até à Palavra de Deus e verificarmos que a contribuição sistemática, periódica e proporcional não é a única encontrada nas Escrituras, nem como registro histórico, nem como determinação.

Além do dízimo, Deus fez registrar a propriedade das ofertas alçadas, ou seja, de contribuições esporádicas que fluíam dos corações de servos movidos pelo desejo de ir além, de sua contribuição dizimal, quer por mera gratidão, quer por uma causa específica, colocada por Deus perante eles, quer por uma necessidade extrema de auxílio, de caráter social.

Nesse sentido, vamos estudar algumas passagens. Elas não esgotam o assunto, mas são ilustrativas de nossas responsabilidades e privilégios perante Deus, no que diz respeito a essa questão.

a. Velho Testamento:

(1) Êxodo 25-36
Este trecho nos fala da construção do tabernáculo. Foi uma construção ordenada por Deus. Aquela construção atenderia a necessidade de providenciar um local de adoração ao povo que peregrinava pelo deserto. Dizia respeito, portanto, ao acondicionamento físico do povo e dos instrumentos litúrgicos. Muitas das coisas determinadas aqui possuem o simbolismo característico do Velho Testamento e eram destinadas a demonstrar a majestade da presença de Deus, a sua santidade e a apontar para o redentor prometido.

Deus, com todo o seu poder, poderia ter produzido do nada uma casa de adoração. Quis ele que tudo fosse feito com os recursos do povo, entrelaçando a construção com o dia-a-dia de Israel. Para a construção e para os ornamentos havia a necessidade de muitos objetos de valor, utensílios, ouro, prata, cobre. Nenhum estudioso sério da palavra de Deus questionaria que o dízimo estava em vigor, nesta ocasião (no máximo temos os que questionam a sua validade no novo testamento, mas quanto à isso, já nos posicionamos). Porque Deus não utilizou os dízimos de seu povo para esta necessidade? A razão é bem direta: porque os dízimos, sendo a contribuição sistemática, já tinham a sua aplicação normal: serviam ao sustento dos levitas, dos líderes religiosos, e serviriam à manutenção dos atos de adoração, mas não poderiam fazer face à necessidade específica, esporádica e extra-normal que agora era colocada por Deus perante seu povo. Deus os chama, conseqüentemente, a contribuir com ofertas alçadas, extras.

O princípio básico está colocado no versículo 2: “Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada”. A versão Atualizada, diz apenas “oferta”. O original (hebr.: T’Rumáh—oferta alçada, da raiz Rum­–oferta), entretanto, traz “oferta alçada”. Isso não quer dizer nada com relação ao valor – se seria pouco ou muito. Representa algo (um bem, metal precioso, ou dinheiro) extraído do meio do povo que é levantado (alçado) e apresentado ao Senhor como uma dádiva especial, de forma voluntária. Os rituais levíticos posteriores tinham as ofertas alçadas, que eram levantadas perante o altar apenas uma vez, pelo sacerdote, e a oferta “abanada”, que era levantada ou movida várias vezes perante o altar, representando a consagração da dádiva. Tal oferta não era, nem poderia ser, compulsória. Ela era voluntária. O texto diz com muita clareza: todo o homem cujo coração se mover voluntariamente. Esses eram os contribuintes. Eles deveriam trazer ofertas especiais, de gratidão e reconhecimento, coisas de valor a serem utilizadas nas necessidades físicas da adoração espiritual que é devida somente a Deus.

Os próximos seis capítulos de Êxodo (até o 31) registram em detalhes o que Deus queria que fosse feito em sua casa de adoração. No capítulo 35, Moisés chama o povo e começa a passar a ele as instruções recebidas de Deus. No versículo 5 ele diz: “Tomai de entre vós uma oferta para o Senhor; cada um cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao Senhor: ouro, prata e bronze…” Mais uma vez, o caráter voluntário da oferta é ressaltado. Nos versículos 21 e 22, temos o registro da ocorrência das ofertas (recapitulando: primeiro Deus ordena a Moisés, depois Moisés ordena ao povo e agora, temos o fato real). Mais uma vez o registro da voluntariedade é ressaltado. Diz o trecho:

(21) E veio todo homem cujo coração o moveu, e todo aquele cujo espírito o estimulava, e trouxeram a oferta alçada do Senhor para a obra da tenda da revelação, e para todo o serviço dela, e para as vestes sagradas.

(22) Vieram, tanto homens como mulheres, todos quantos eram bem dispostos de coração, trazendo broches, pendentes, anéis e braceletes, sendo todos estes jóias de ouro; assim veio todo aquele que queria fazer oferta de ouro ao Senhor.

O versículo 29 reforça ainda mais o princípio:

(29) Trouxe uma oferta todo homem e mulher cujo coração voluntariamente se moveu a trazer alguma coisa para toda a obra que o senhor ordenara se fizesse por intermédio de Moisés; assim trouxeram os filhos de Israel uma oferta voluntária ao Senhor.

Perante essa evidência não podemos, meus irmãos, dizer que o dízimo é a única forma de contribuição encontrada na Palavra de Deus. Ofertas voluntárias têm o seu lugar e são apropriadas em casos específicos, como o que Deus colocou à nossa frente.

Uma segunda coisa que aprendemos nesse trecho, é que a voluntariedade da oferta não significava aleatoriedade. Ou seja, por ser voluntária não significava que não podia ser planejada. Na realidade lemos, no capítulo 36, v. 3, o seguinte: “…e receberam de Moisés toda a oferta alçada, que os filhos de Israel tinham do para a obra do serviço do santuário, para fazê-la; e ainda eles lhe traziam cada manhã ofertas voluntárias”. Ou seja, enquanto durou a construção, as ofertas eram trazidas sistematicamente, repetidamente, a cada manhã. Não vamos pensar, portanto, que o planejamento e sistematização tiram a espiritualidade da oferta planejada e dada de coração. Essa sistematização muito deve ter auxiliado aqueles que necessitavam dar andamento à construção.

Que glorioso resultado foi alcançado com o entendimento correto e com a predisposição do povo de Deus, nessa dádiva de ofertas. Vejam o que registram os versículos 4 a 7, deste mesmo capítulo 36:

(4) Então todos os sábios que faziam toda a obra do santuário vieram, cada um da obra que fazia,

(5) e disseram a Moisés: O povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o Senhor ordenou se fizesse.

(6) Pelo que Moisés deu ordem, a qual fizeram proclamar por todo o arraial, dizendo: Nenhum homem, nem mulher, faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de trazer mais.

(7) Porque o material que tinham era bastante para toda a obra, e ainda sobejava.

Que coisa gloriosa se Deus fosse servido mover o nosso povo ao ponto em que precisaríamos vir até à frente PROIBIR, para que nada mais se trouxesse!

(2) Levítico 22:18-19
Este outro trecho da Palavra de Deus está inserido nas regras e determinações sobre o dia-a-dia das práticas do povo de Deus. Temos esta colocação nos versículos 18 e 19:

“Fala a Arão, e a seus filhos, e a todos os filhos de Israel, e dize-lhes: Todo homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros em Israel, que oferecer a sua oferta, seja dos seus votos, seja das suas ofertas voluntárias que oferecerem ao Senhor em holocausto, para que sejais aceitos, oferecereis macho sem defeito, ou dos novilhos, ou dos cordeiros, ou das cabras.”

Desse registro aprendemos:

1. Mesmo sem nenhuma ocasião especial, a prática de ofertas voluntárias era permitida e disciplinada no meio do povo de Deus. Não existe, portanto incompatibilidade entre os dízimos e ofertas.

2. O que era ofertado deveria vir sem defeito, ou seja, não ofertamos daquilo que nós mesmos não queremos, mas sim do que é agradável e aceitável. Deus merece o melhor.

3. A determinação era para os israelitas e para os estrangeiros em Israel, ou seja, não podemos restringir a oferta voluntária apenas aos membros do povo de Deus. Lembremo-nos, entretanto, que são ofertas voluntárias e não demandadas, solicitadas, constrangidas. A responsabilidade primordial é do Povo de Deus.
b. Novo Testamento.

(1) Uma Oferta a Paulo
Paulo estava na prisão quando escreveu a carta aos Filipenses. É uma carta de amor e gratidão, na qual ele expressa a possibilidade do crente exercitar essa alegria em Cristo independentemente das circunstâncias pelas quais está passando. Pensemos na situação de Paulo. Ela era dura e amarga. Estava afastado do convívio dos seus amigos, em uma prisão e certamente tinha várias necessidades.

A igreja de Filipo, consciente das necessidades de Paulo, levantou e enviou uma oferta específica para ele. No capítulo 4 (10-19) temos o registro e alguns detalhes da ocorrência. Lemos ali:

(10) Ora, muito me regozijo no Senhor por terdes finalmente renovado o vosso cuidado para comigo; do qual na verdade andáveis lembrados, mas vos faltava oportunidade.

(11) Não digo isto por causa de necessidade, porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre.

(12) Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade.

(13) Posso todas as coisas naquele que me fortalece.

(14) Todavia fizestes bem em tomar parte na minha aflição.

(15) Também vós sabeis, ó Filipenses, que, no princípio do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo no sentido de dar e de receber, senão vós somente;

(16) porque estando eu ainda em Tessalônica, não uma só vez, mas duas, mandastes suprir-me as necessidades.

(17) Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta.

(18) Mas tenho tudo; tenho-o até em abundância; cheio estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus.

(19) Meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus.

Vemos que é o agradecimento de ofertas, remetidas duas vezes e com toda probabilidade em dinheiro, pois no verso 16 lemos: “não somente uma vez, mas duas, mandastes o bastante para as minhas necessidades”. Essas ofertas foram levadas à Paulo por Epafrodito, como nos fala o verso 18, e é exatamente para este versículo que eu gostaria de dirigir a nossa atenção, pois dele extraímos quatro lições sobre ofertas.

Aprendemos que a oferta voluntária:

1. É um ato desejável por Deus (“aroma suave”). A oferta é comparada a um aroma suave, a um perfume não agressivo, mas suave. Aquele cheiro que permanece e que nos traz memórias e lembranças, que nos faz desejar estar de novo sentindo ele. Nesse sentido, é um privilégio poder contribuir, poder fazer algo que é desejável por Deus. Veja no versículo 10 que Paulo diz que “..vos faltava oportunidade”. Isso significa que devemos ver as situações de necessidade de contribuição que Deus coloca à nossa frente, como grandes oportunidades a serem aproveitadas.

2. É um ato aceitável por Deus (“Sacrifício aceitável”). Não podemos, portanto, dizer que ofertas não sejam aceitas por Deus, pois Paulo nos ensina o contrário.

3. É um ato agradável a Deus (“aprazível”). O texto diz que ela é aprazível, ou seja, traz prazer a Deus.

4. É um ato direcionado a Deus (“a Deus”, traz o final do verso). Se vamos contribuir com outro propósito em mente: prosperidade, barganha com Deus, para agradar o Conselho, para agradar o pastor, até para termos mais orgulho da Igreja, tudo isso foge ao propósito principal: a oferta correta é direcionada a Deus e somente a ele. Nesse sentido é que acompanha o dízimo como um ato de gratidão e de louvor.

(2) Uma oferta aos Crentes de Jerusalém
Uma outra situação de necessidade foi registrada no Novo Testamento: os crentes de Jerusalém passaram a ser intensamente perseguidos e começaram a passar dificuldades financeiras. Muitos foram expulsos de suas casas, outros perderam suas ocupações, não podiam exercer suas profissões. Paulo registra que coletas foram feitas em favor das necessidades destes crentes em Romanos 15:25-28 (“…coleta em benefício dos pobres dentre os santos que vivem em Jerusalém.”) pelas igrejas da Grécia (Acáia) e Macedônia. Em 2 Coríntios 8 e 9 ele menciona essas coletas e fornece vários princípios relativos a contribuições.

Peço que os irmãos notem, neste trecho e incidente, os seguintes ensinamentos:

1. Proporcionalidade e voluntariedade não são incompatíveis entre si – 2 Co 8.3: “…na medida de suas posses.” Mais uma vez a questão da proporcionalidade no dar. Teríamos, possivelmente, uma inferência aos dízimos. Mas o versículo continua e registra: “e mesmo acima delas se mostraram voluntários.” Não resta dúvida que fala de contribuições voluntárias, destinadas a fazer face à uma necessidade. Contribuindo, dessa forma eles foram além dos dízimos, além da contribuição sistemática. Os versos 12 e 13 reforçam a questão da proporcionalidade e da justiça nas contribuições: Deus não quer o que o homem não tem. O seu propósito não é o de dar sobrecarga, mas o de proporcionar a igualdade.

2. O privilégio de contribuir – 2 Co 8.4. Lemos que os crentes dessas regiões “pediram com muitos rogos” a graça de participarem da assistência que se apresentava! Que diferença aos dias de hoje. Verificamos que hoje os solicitantes e não os crentes é que emitem “muitos rogos” compelindo os contribuintes a darem tudo de qualquer forma, sob qualquer pretexto. Que bênção seria se tivéssemos os diáconos sendo abordados “com muitos rogos” por crentes ansiando a participação no privilégio de contribuir com suas ofertas às necessidades da igreja! Este privilégio é uma atitude desejável – 2 Co 8.7. Paulo suplica para que eles continuem “abundando nesta graça”, ou seja, a prática da contribuição voluntária é algo desejável, é uma graça da parte de Deus aos seus servos. O desprendimento das coisas materiais e a colocação delas ao serviço do Mestre são um alvo a ser alcançado pelo servo fiel.

3. A procedência da contribuição verdadeira. É o coração sincero. A oferta, na visão de Paulo, era uma prova da “sinceridade do vosso amor” (8.8). Paulo estava dizendo que aquelas ações provariam as palavras de apreço, que não ficaram só nas palavras, mas estavam sendo transformadas em ação.

4. A importância do planejamento. Em 9.3, Paulo escreve que o fato das igrejas da Acáia (Grécia) estarem preparadas desde o ano anterior, para tal contribuição era uma prova do “zelo” deles e representava “um estímulo” para muitos. Não existia, portanto, nada não espiritual no planejar. Na realidade, Paulo informa que mandou um mensageiro de ante-mão, para que a reputação dos irmãos não fosse abalada (9.3) e eles estivessem preparados com a oferta que estavam a coletar. Paulo recomenda, portanto que “preparem de antemão a vossa dádiva”, chamando-a de “expressão de generosidade e não de avareza.” Muitas vezes somos chamados a planejar nossas ofertas porque isso pode auxiliar os que dela precisam e pode servir também de estímulo aos demais que, vendo a fidelidade da Igreja, se animam a contribuir.

(3) Uma oferta de uma pessoa pobre
Em Marcos 12.41-44 e Lucas 21.1-4 temos o registro de uma oferta trazida por uma viúva pobre ao templo. Lemos nesses trechos:

MARCOS 12

(41) E sentando-se Jesus defronte do gazofilácio (cofre das ofertas), observava como a multidão lançava dinheiro no cofre; e muitos ricos depositavam grandes quantias.

(42) Vindo, porém, uma pobre viúva, lançou duas pequenas moedas correspondentes a um quadrante.

(43) E chamando ele os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos os que deitavam ofertas no gazofilácio;

(44) porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; mas esta, da sua pobreza, deu tudo o que tinha, mesmo todo o seu sustento.

LUCAS 21

(1) Jesus, levantando os olhos, viu os ricos deitarem as suas ofertas no cofre;

(2) viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;

(3) e disse: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos;

(4) porque todos aqueles deram daquilo que lhes sobrava; mas esta, da sua pobreza, deu tudo o que tinha para o seu sustento.
Podemos, desse resgistro, extrair as seguintes lições:

1. Deus se agrada das ofertas. Isso fazia parte da liturgia e não há qualquer palavra de condenação à prática.

2. Faz parte, portanto, de nossos deveres, pois Jesus aprovou a oferta da viúva.

3. A evidência do amor, não é a quantidade dada, mas a quantidade comparada com as nossas posses.

4. Deus requer de nós o mínimo, mas é apropriado até darmos tudo o que temos a Ele.

5. Deus não despreza a oferta humilde, na realidade Ele lhe dá maior valor do que a que procede do sobejo.

6. Não existe pessoa, portanto, que não possa, dessa forma, mostrar o seu amor a Deus.

7. Devemos estar constantemente pesquisando os nossos motivos, nas nossas ofertas.

8. Devemos pesquisar os nossos valores, também: estamos ofertando somente daquilo que sobra, aquilo que não tem serventia para ninguém?
3. CONCLUSÃO

Muitas outras passagens e ensinamentos poderiam ser examinados. Acreditamos, entretanto, que aqueles que tivemos a oportunidade de estudar, representam prova de que Deus se agrada e se tem prazer em nossas ofertas. Essas não tomam o lugar do dízimo, mas representam uma forma adicional de prestarmos a nossa adoração e amor para com Ele. Que possamos ter a visão bíblica da realidade, que não sejamos avarentos, mesquinhos e que estejamos sempre prontos a atender as necessidades que Deus colocou na nossa frente, sempre com ações de graças por termos parte em tão grande privilégio.

* Estudo adaptado de uma palestra originalmente proferida em uma Igreja Presbiteriana formada na “cultura do dízimo” mas com muitos questionamentos com relação a quaisquer outros tipos de ofertas.

Autor: Solano Portela
Fonte: http://www.solanoportela.com.br

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31 comments

  1. o dizimo nao era pregado pelos apostolos ele reapareceu em 380dc e depois lei em 777 por carlos magno.

  2. o dizimo foi entroduzido na igreja catolica na idade media vejam que o dizimo nao era pregado na igraja primitiva os apostlos nao cobravam o dizimo Paulo escreveu contribua nao por obrigaçao e nem por constrgimento e os pastores dizem que quem nao der o dizimo esta sujeito a todo tipo de maldiçao vejam que os americanos e que trouxeram a igreja evangelica para o Brasil com o dizimo na bagagem e esta ate hoje examinem a s escrituras Jesus nao pregava o dizimo os apostolos nao pregavam o dizimo a igreja primitiva estava na graça a igreja de hoje esta na maldiçao.

  3. dizer que Jesus não falou sobre dizimo é o cumulo de falta de conhecimento da biblia!!se for para falar besteira, fiquem quietos!! – “MAS AONDE ESTA ESCRITO ENTÃO”! Errais por não conhecer as escrituras então aproveita que ainda da tempo vai ler a Biblia!!!rsrsrsr

  4. HOZANA RIBEIRO DA SILVA

    PAZ PARA TODOS OS AMADOS EM CRISTO JESUS!!!
    CREIO NO DIZIMO ESTABELECIDO NÃO PELO HOMEM MAIS POR JESUS, PORQUE ELE CHAMARIA O POVO DE LADRÃO? JUSTAMENTE PELO FATO DE NÃO LEVAREM A SUA CASA O QUE É DELE, ELE NOS DÁ 100 SÓ REQUER DE NÓS O QUE LHE PERTENCE 10% FICAMOS COM 90% , DEUS É FIEL E MUITISSIMO JUSTO PARA COM O HOMEM E QUEM LHE É FIEL NO POUCO TBM NO MUITO ELE LHE COLOCA, E SEM ELE O QUE PODEMOS FAZER? NADA NÃO TEREMOS NEM 90% NEM 10% NADA PQ SE NÃO TEMOS A ELE NÃO TEMOS NADA PQ NADA É MAIOR NEM DE VALOR IGUAL MUITO MENOS SUPERIOR AO NOSSO DEUS.

  5. é uma grande verdade, hoje pastores pedem dizimo, dizendo que vc é um ladrão, acredita que o pastor disse se pudesse separar os irmãos que não dão dizimos para naum usar o ar condicionado, que sera comprado naum com dizimo mais um carne que vai ser feito na igreja.. RSSS

  6. abençoado pensei ke vc seria profundo na defesa do dizimo mas vc enrolou e ñ disse coisa com coisa meus pesames.

  7. O texto de 2 Co 9:7 foi escrito num momento de fome e dor que passavam alguns irmãos por causa da querra que os deixaram falidos. Estes irmão necessitavam de ajuda moral e financeira. Foi dentro dessa realidade que Paulo escreveu, exortando o povo a contribuirem para ajudar os irmãos necessitados. Percebam que o objetivo foi a caridade: ajudar o próximo. Não tem nada haver com dízimo. Paulo apelou para a misericórdia (“..o que propor no coração…”). O versiculo 12 do cap 9 confirma que a contribuição se tratava de assistencialismo ao necessitado. Portanto não se tratava de ofertas para construir templos ou pagar salários, mas de ofertas caritativas. Assim sendo não não é lícito nenhuma igreja denominacional se apossar dessa passagem para impor a contribuição, pois paulo escreveu num momento circusntancial, não foi uma regra. Com isso não estou a dizer que não se deve contribuir e nem desencorajando os irmãos de ajudarem a obra de Deus. Só não acho justo usarem trechos bíblicos criando doutrinas a bel prazer. Obrigada! Nayara.

  8.  mto bom  foi o melhor entre os outros,nossos comentarista anterior o que parece nao entendeu bem sobre o assunto,o foi eu que entendi nao está pregando o dizimo como mandamento mas como voluntário foi isto?aprendi muito;só somos alguma coisa quando Deus quer que sejamos.ELE abeçoe anos todos

  9. acho que precisamos ler mais a biblia, Malaquias, 3.10, diz: trazei todos os dizimos a casa do tessouro, Malaquias narrou este fato a mais ou menos 432 e 425 anos aCquase um seculo antes de Ageu e Zacarias terem começado a profetizar, entao: como podemos dizer que foi esse ou aquele que intronizou o dizimo, sou de acordo que Deus determinou, o trazer todos os dizimos.
    concordo com o estudo e parabenizo vcs, continuem nos informando sobre assuntos como este.

  10. Para ver que ensinavam os primeiros cristãos da igreja primitiva sobre os dízimos visita… http://www.aigrejaprimitiva.com/dicionario/DIZIMOS.html

  11. gostaria apenas de comentar se empenhem mais um pouco na bíblia leiam e pesam o espirito santo q administre nos nossos corações, pois em malaquias 3:6-10 fala se no dizímo ou seja o velho testamento foi feito na época de MOISES.

  12. Sou um rapaz que vivia “curtindo” esse mundo com drogas, alcool e tudo mais que esse mundo oferece, andava gastando dinheiro com coisas superfulaas e não mediaesforços para gastar, procurava algo ou alguém para me tirar da servidão de satanás, encontrei mais que algo ou alguém, encontrei “JESUS” como diz malaquias 3. 10.” trazei todos os dizimos á casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR ODS EXERCITOS, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal benção, que dela vos advenha abastança;”, outro precisa encontrar a porta aberta,PAZ.

  13. Olá! Acredito na bíblia, de uma forma que eu possa entender, não acredito pessoalmente que temos interpretações mirabolantes para direcionar o ensinamento a um ponto que nos é interessante. Quando leio no novo testamento que Paulo pede ajuda de uma igreja para outra, acho que é isso que ele pede! Quando leio no novo testamento em 2 Co 9.7, que diz: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria” acredito que é isso que o Senhor quer de nós, demonstrar o amor uns aos outros de forma clara, através de além de ajuda financeira, com ajuda espiritual, compreenção e outras formas. Para mim o “dar segundo o coração” é exatamente isso, dar segundo o coração determina. Qualquer outra forma é uma interpretação tendenciosa de forma a atender interesses pessoais. Quando se diz na bíblia que quem vive de ministrar a fé tem que viver da fé, deve também acreditar que Deus é o supremo provedor, que então proverá as necessidades do seu ministro! O ministro por sua vez deve ter fé que todos os congregantes movidos pelo Espírito Santo se sentirão tocados a fazer suas ofertas. Para finalizar quero recomendar a leitura de Hebreus 7. Melquisedeque era sacerdote e precisava receber os dízimos, para viver e, acima disso tudo fazer ofertas a Deus para redenção de pecados do seu povo. Quando Jesus se entregou em holocausto afirma-se que Ele era “o cordeiro definitivo”. Ou eu sou muito ignorante e não sei interpretar o que lí em Hebreus 7 ou se fala claramente que não se é mais necessário a contribuição dos dízimos!
    Até o momento é essa a percepção que tenho do assunto, contra fatos não existem argumentos!

  14. Engana-se quem pensa que o dizimo não era pregado na igreja primitiva. Na verdade não encontramos muitas passagens no nt, devido o dizimo ser uma prática tão constante e uma responsabilidade tao grande que em momento algi]um precisava se falar sobre isto.Porém para quem gosta de ser contencioso, é bom lembrar que Jesus em MT 18:18 critica a ação dos fariseus que nao exerciam a piedade, dizendo que eles dizimavam e não exerciam a piedade e justiça. Jesus questionou a falta de piedade deles e nao o fato de dizimarem. Ele disse que eles deveriam fazer estas coisas ( dizimar) e nao omitir as outras (piedade e justiça). Se a igreja primitiva estava na graça ( e isto é verdade mesmo), com certeza dizimavam e ofertavam com maior amor, visto que Jesus é a graça e se estou na graça minha justiça precisa exceder a dos escribas e fariseus.

  15. Incrivel como quando o assunto e dinheiro nos inflamamos…mas vejam bem, porque a igreja moderna nao exclui o dizimo ou o recebe na forma original (graos, cereais…). Infelizmente o dizimo tornou-se o imposto para a manutencao de $acerdotes que nao fazem sacrificio algum e o templo…ah, cheio de vendedores

  16. josinaldo de souza assis

    o dizimo e uma constituiçao de DEUS.

  17. carlos e robertoca,a paz de Cristo em seus coraçoes !Nao concordo com vcs q o dizimo nao foi ensinado pelos apostolos,pois como seguidores de Cristo nao poderiam estar em desobediencia ao seu SENHOR que deixou declarado em MT 23:23,que eramos para continuar praticando esta ordenaçao divina,sem deixarmos de praticar o mais importante,que se trata da fe,misericordia,amor.

  18. outro texto que reforça a ratificaçao do dizimo,está em LC 18:9ao14.Se a pratica do dizimo fosse abolida por JESUS ele nao contaria esta parabola
    na regra de interpretaçao biblica,tudo que se repete no novo testamento,mais de duas vezes é para continuar praticando.

  19. Gente,FATO o dizimo é ordenancia! me diz onde esta escrito que não devemos devolver o dizimo? è mandamento,questao de fé,se vc tem fé nas escrituras nao tem o porque de nao ser dizimista ou ofertante! Como disse O apostolo Paulo Nao dei lugar ao Diabo… e olhe que não sou da congreçao dos irmãos! Então meu irmao seje ofertante e dizimista fiel,pq Deus multiplicara os seus celeiros , pq Deus ama quem da de coração,O gloria!!!!!!

  20. Mateus 23:23

    Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos) que cumprissem a lei de Moisés, lei que ordena o pagamento do dízimo. Nós porém, para herdarmos o reino dos céus, não podemos de forma alguma cumprir o ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, hipócritas, mas precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida. A “Graça” do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.

    A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se aos dízimos, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9 a 14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor. Hoje não é diferente, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo deixou bem claro, que no Evangelho, não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.

    Fonte: http://cristoeaverdade.net/ESTUDOS/A_VERDADE_SOBRE_O_DIZINO.html

  21. AMADOS É DE FATO FALADO COM CLAREZA SOBRE DÍZIMO SOMENTE NO VELHO TESTAMENTO MAS NO NOVO TESTAMENTO JESUS FALOU COM CLAREZA QUE NÃO VEIO REVOGAR NADA PORTANTO….. MAS SE UM DIA SE DEPARAREM COM UMA MÃO MIRRADA VA  ATE AO TEMPLO QUE JESUS VAI USA DE MISÉRICORDIA PORQUE CERTAMENTE ALGUEM VAI ESTAR PENSANDO NOS MANTIMENTOS DA CASA DO SENHOR ;E QUE DEUS POSSA ESTAR ABRINDO ENTENDIMENTOS EQUE VIDAS POSSAM ESTAR SENDO LIBERTAS EM NOME JESUS.

  22. O dízimo é apenas para quem quer ser abençoado ao ser um cristão autenticamente convertido….Tudo que temos é de Deus e nosso comportamento mostra quem realmente é o nosso Senhor…As pessoas não estão mais se preocupando em servir a Deus e sim serem servidos…Infelizmente temas importantes com estes tem sido desprezados até mesmo por aquele q se dizem cristão…Vamos repensar nossa forma de estudar a Bíblia..que é clara em seu conteudo e muito mais clara em seu proposito…que é de nos mostrar o camiho…e mais…abençoados!

  23. Laurindo José do Nascimento

    Amados, o que acontece é o camarada aceita a “Jesus”, mas não recebe “Jesus”, pois esta questão do dízimo é tão pequena e insignificante que não deveriamos perder tempo com isso.
    Os amados irmãos da Igreja Primitiva realmente não entregavam o dizimo; (ENTREGAVAM TUDO O QUE TINHAM) hoje pastores são acusados disso ou daquilo e sempre tem alguem encontrando outro alguem mais errado e convicto no que pensa, a ACHOLOGIA tomou conta da Igreja do “Senhor”. Pessoalmente aconselho os Lideres a tirarem o mundo de dentro da Igreja e dar biblia para seus membros ai o pastor veria quantos membros realmente tem a sua Igreja. Enquanto o entretenimento (teatro, gincanas, (coreogracinhas) entre outras coisas que dizem ser um novo ministerio revelado não sair de dentro da Igreja, a mesma vai continuar cheia de desviados e questionar o dizimo que é uma doutrina biblica é o minimo que vão fazer e que o “Senhor Deus”, tenha misericordia dos verdadeiros Pastores.
    Obrigado…

    Pr. Laurindo José do Nascimento.

  24. Olha, o estudo acima é bom e bem argumentado, porém distorce os ensinamentos de Paulo em II Cor.9, pressupondo que o dízimo está implícito na prática da igreja primitiva.O texto diz exatamente o que diz: ” cada um contribua segundo tiver proposto no coração”…ora, vc acha que Paulo, o mais destacado mestre do NT (depois de Jesus), numa situação como a do contexto de II Cor. 9, ele que era judeu, que conhecia muito bem a prática da lei (inclusive a do dízimo) ao fazer este apelo para a “assistencia a favor dos santos”, não iria mencionar o dízimo claramente?-Penso que ele diria algo assim:” Meus irmãos, não esqueçam de entregar fielmente os vossos dízimos, pois há outros irmão em extrema necessidade!”E ele não o faz em nenhuma de suas 13 epístolas…aliás, nenhum dos escritores bíblicos do novo testamento o faz.O espírito com que o articulista aborda essa questão me parece um tanto legalista, e sua justificativa ´não resiste a uma análise mais profunda.Forçar o texto não é nada recomendável .Contribuir voluntaria e liberalmente vai muito além do legalismo imposto pelo dízimo…A questão é entender que não apenas uma porcentagem é Deus, mas TODOS OS NOSSOS BENS.Nós apenas necessitamos administrar com sabedoria tudo o que Deus nos deu, e aí sim entra o planejamento, sem perder a alegria de um coração voluntário.Que Deus nos abençoe, e que possamos prosseguir, tentando amadurecer este assunto.

  25. Queridos, eu acho que aqueles que questionam a entrega voluntária dos dízimos, são pessoas que nunca entregaram e querem uma justificativa pra aliviar o peso da culpa que sentem por isso. Se alguma vez entregaram, foi contra a vontade e a contra gosto.
    Eu vejo que quando Paulo diz que devemos contribuir segundo proposto em nosso coração, ele assim o diz, porque sabe que o povo sabe tudo sobre ofertas e dízimos, pois a centenas de anos eles vinham praticando este ato. Então seria infantilidade de Paulo, ter que dizer com todas as letras a palavra “DÍZIMO”, já que todos sabiam sobre o que ele falava. A expressão: “CONFORME PROPOSTO NO CORAÇÃO, NÃO COM TRISTEZA NEM CONSTRANGIMENTO, PORQUE DEUS AMA O QUE DÁ COM ALEGRIA”, foi dita, porque naquele tempo já tinha pessoas que faziam o que muitos estão fazendo hoje, davam o dízimo constrangidos, principalmente quando o valor era alto, então Paulo usou esta expressão, para que dessem conforme seus corações determinassem, mas que dessem com alegria, achassem que deveriam entregar, que entregassem, se não quizessem entregar que não entregassem. Então minha recomendação para estes que são contra entregar o Dízimo, por achar que é um encargo pesado, por achar que vaI lhes fazer falta, que não entreguem, mas não fiquem querendo justificar o vosso roubo contra Deus, nem querendo levar os fíéis nos dízimos e ofretas a deixarem de praticar este ato de fidelidade para com Deus. Pois estes entregam com alegria de coração e o que entregam nunca lhes fez falta.
    Que Deus vos abençôe!

  26. Quanta discussão. Quer mesmo saber o que é de Deus ou não? Ponha em prática a palavra e veja os frutos. Sou DIZIMISTA e OFERTANTE, e na minha vida vejo a manifestação do poder de Deus a cada dia. E para aqueles que foram contra os dízimos, e que no novo testamento só ofertavam, eu recomendo que sejam menos parciais, pois a igreja Primitiva era tão especial, que eles davam TUDO que eles tinham, e não uma parte apenas. Se contra fatos não há argumentos? Então cada um viva segundo à luz que possui e sejamos verdadeiros, pois no fim, o que realmente fica é que Deus conhece nossos corações e ninguém pode enganá-lo.

  27. Só mais um acréscimo ao comentário anterior:
    Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos Apostolos. E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade. Atos 4:34-35

  28. Olá, a paz!

    Convido os amigos a lerem um TCC acadêmico/teológico sobre o “dízimo” que está postado no site [ http://www.reformaja.org ] no link “arquivos”: A sombra do Templo no Dízimo e na Igreja.

    Creio que será uma ferramenta muito util para o vosso estudo e análise. Por esta razão, leia a pesquisa até o fim se for possível, pois o conteúdo produzido é realmente impactante…

    Um abraço!!!

  29. gostaria que o dono do desse estudo me enviace o email. me espodendo,
    a onde está escrito a lei do dizimo. e para qual nação foi essa ordenaça

  30. gostaria que o dono do desse estudo me enviace o email. me espodendo,
    a onde está escrito a lei do dizimo. e para qual nação foi essa ordenaça

    lenalton@yahoo.com.br

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