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	<title>Estudos Bíblicos</title>
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	<description>Estudo Bíblico e Ilustrações</description>
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		<title>O lar, fonte de grande alegria</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Referência: Rute 3.1-18 INTRODUÇÃO Warren Wiersbe afirma corretamente que o livro de Rute é muito mais do que o relato do casamento de uma estrangeira rejeitada com um israelita respeitado. Também é um retrato do relacionamento de Cristo com sua igreja. O casamento é um estado honroso. Ele foi instituído por Deus para a felicidade do ser humano. Devemos orar fervorosamente, pedindo a orientação de Deus para esta decisão vital da vida. Os pais devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://estudosbiblicos.org/wp-content/uploads/2011/10/lar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-513" title="lar" src="http://estudosbiblicos.org/wp-content/uploads/2011/10/lar.jpg" alt="" width="300" height="286" /></a>Referência: Rute 3.1-18</em></p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>Warren Wiersbe afirma corretamente que o livro de Rute é muito mais do que o relato do casamento de uma estrangeira rejeitada com um israelita respeitado. Também é um retrato do relacionamento de Cristo com sua igreja. O casamento é um estado honroso. Ele foi instituído por Deus para a felicidade do ser humano. Devemos orar fervorosamente, pedindo a orientação de Deus para esta decisão vital da vida. Os pais devem aconselhar cuidadosamente seus filhos acerca deste importante assunto para que sejam bem-sucedidos. O casamento pode ser um canteiro engrinaldado de flores ou um deserto árido; pode ser uma fonte de alegria, um poço de amargura; pode ser um antegozo do céu ou o prenúncio do tormento do inferno.</p>
<p>O casamento está sendo ameaçado por muitos inimigos. O homem contemporâneo está banalizando essa sacrossanta e vetusta instituição divina. Faz-se mais apologia do divórcio do que acerca do casamento. Os casamentos mais decantados e badalados pela imprensa estão ruindo antes mesmo de lançar suas raízes. Multiplicam-se os casos de infidelidade e o número de divórcios. Poucos casais estão dispostos a enfrentarem juntos os desafios da vida e vencerem juntos as crises próprias da vida conjugal.</p>
<p>Nesse contexto turbulento, a mensagem do livro de Rute é de vital importância. O casamento foi planejado por Deus para ser uma fonte de alegria e não um flagelo para a alma. O cônjuge deve ser um aliviador de tensões e não um verdugo emocional. A vida conjugal deve erigida sobre o sólido fundamento do amor puro e não sobre os rotos fundamentos da paixão carnal.</p>
<p>Antes de entrarmos na exposição do capítulo três de Rute, à guisa de introdução, destacamos três pontos importantes:</p>
<p><strong>1. As tragédias que nos atingem não têm a última palavra em nossa vida</strong></p>
<p>O livro de Rute fala da saga de uma família temente a Deus que num tempo de fome deixou a sua cidade em busca de sobrevivência e encontrou a própria morte.</p>
<p>Elimeleque, Noemi, Malom e Quiliom eram pessoas abastadas, que moravam em Belém, a Casa do Pão (1.1,2). Eles pertenciam à aristocracia de Belém e tinham uma vida abastada. Aquele era o tempo dos juízes, uma época de crises repetidas e de grande instabilidade política, econômica, moral e espiritual. Cada um seguia o seu próprio caminho. O povo andava errante e sem o norte da verdade. Nesse tempo faltou pão na Casa do Pão. Em vez de buscar a direção de Deus, essa família foge para Moabe. Buscando, segurança, encontraram a doença. Correndo atrás da vida, toparam com a própria morte. Em Moabe Elimeleque, Malom e Quiliom buscaram a sobrevivência e encontraram a morte. Eles não encontraram a prosperidade, mas uma sepultura.</p>
<p>Agora Noemi ficou só, desemparada, com duas noras viúvas, em terra estrangeira. Mas, houve um rumor em Moabe de que Deus visitara o seu povo, dando-lhe pão (1.6). Para Noemi não era apenas uma questão econômica ou um novo horizonte social que se despontava, mas uma visitação de Deus. Ela olhava para a vida na perspectiva de Deus.</p>
<p>Nessa volta à sua terra, sua nora Rute voltou com ela e fez com ela uma aliança. Prometeu segui-la pelos caminhos da vida e da morte. Prometeu ser fiel a ela, a seu povo e ao seu Deus (1.16,17). Aqui começa uma das mais belas histórias da Bíblia. A carranca da tragédia abre um largo sorriso para aquelas duas viúvas pobres. Do meio da escuridão brota uma luz aurifulgente. A pobreza extrema vislumbra a chegada de uma grande riqueza. A solidão acachapante defronta-se com a vida mais plena de alegria. Noemi vislumbrou um novo horizonte na vida de Rute que mudaria para sempre sua vida. Essa mudança radical e bendita passaria pela experiência do casamento de Rute com Boaz. Noemi buscou um lar para a sua nora (3.1). Ela queria que sua nora se casassee, fosse feliz e tivesse um filho para perpetuar a memória de sua família.</p>
<p><strong>2. O choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria vem pela manhã</strong></p>
<p>A crise não dura para sempre. A vida não é feita só de turbulências. Depois da tempestade vem a bonança. Depois do choro vem a alegria. Depois da dor vem o refrigério. Depois de anos de tristeza uma porta se abre para Rute e Noemi e um novo futuro se descortina diante dos seus olhos. Deus não apenas preparou um marido para Rute, mas um remidor para ambas. Deus não apenas deu um lar a Rute, mas um lar feliz. Deus não apenas fez dela uma mulher rica, mas a avó do grande rei Davi e a ancestral do Messias (4.17; Mt 1.5).</p>
<p><strong>3. A felicidade não é um lugar aonde se vai, mas uma maneira como se caminha</strong></p>
<p>Muitos buscam a felicidade com sofreguidão e não a encontram, porque ela não é um fim em si mesma. A felicidade não está aqui, ali, ou alhures. A felicidade tem muito mais a ver como a maneira com se caminha do que com o lugar aonde se chega. Rute buscou abrigo sob as asas de Deus e ele satisfez os desejos do seu coração. A Palavra de Deus diz: “Agrada-te do Senhor e ele satisfará os desejos do teu coração” (Sl 37.4).</p>
<p>Não há nada de errado em desejar a felicidade. Deus nos criou para a experimetarmos em sua plenitude. O problema é nos contentarmos com uma felicidade mundana, carnal e passageira. Deus nos criou para o maior de todos os prazeres: conhecê-lo e amá-lo. O maior de todos os prazeres da vida é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. Esse é o maior propósito da existência humana. Esse é o fim principal do homem. Deus é o nosso maior deleite. Nele e só nele a felicidade pode tornar-se realidade. Rute buscou a Deus e ele lhe deu um lar e a fez feliz.</p>
<p>Neste texto vamos examinar algumas lições sobre como ter felicidade no lar:</p>
<p><strong>I. A NOSSA FELICIDADE PRECISA SER CONSTRUÍDA A PARTIR DO LAR (3.1-5)</strong></p>
<p><strong>1. A felicidade não é um fim em si mesmo (3.1)</strong></p>
<p>Muitas pessoas buscam a felicidade como se ela fosse um tesouro que se descobre no fim da jornada. Mas a felicidade é conhecida em como se vive mais do que aonde se chega. Fernão Dias Paes Leme, o bandeirante das Esmeraldas, emprenhou-se nas matas em busca das encantadoras pedras verdes. Fez dessa busca a maior obsessão da sua vida. No final, com um embornal cheio de pedras, mas com os dedos crispando de febre, caiu ao chão no estertor da morte, apertando a sacola de pedras contra o peito, como que desejando enterrá-las em seu coração. Pobre homem! O brilho das pedras não puderam satisfaze-lhe a alma nem bafejar seu coração da verdadeira felicidade.</p>
<p>Muitos buscam a felicidade no lugar errado: no dinheiro, no poder, na fama, no sucesso. Muitas pessoas chegam ao topo da pirâmide social, mas continuam infelizes. Deus colocou a eternidade no coração do homem e coisas não podem satisfazê-lo. Há um vazio dentro do homem que nada neste mundo pode preencher.</p>
<p>O rei Salomão distorceu como ninguém o sentido do casamento e da família. Ele teve mil mulheres: setecentas princesas e trezentas concubinas. Mas, longe de encontrar a felicidade nessa multiplicidade de relacionamentos, encontrou a decepção. Esse rei que granjeou riquezas e acumulou muitos tesouros buscou a felicidade na bebida, no dinheiro, no sexo e na fama. Porém, tudo o que encontrou foi a vaidade (Ec 2.1-11). A palavra “vaidade” significa bolha de sabão. Tem colorido, mas não conteúdo; é bonito aos olhos, mas vazio de conteúdo.</p>
<p><strong>2. A felicidade não pode ser construída à parte da família (3.1)</strong></p>
<p>Muitas pessoas querem a felicidade a qualquer preço. Muitos buscam construir sua felicidade sobre os escombros da infelicidade alheia. Querem uma felicidade egoísta, uma felicidade no pecado, uma felicidade que custa o casamento e a vida dos filhos. Essa felicidade dura pouco e no fim tem um sabor amargo.</p>
<p>Quantas pessoas que na busca da riqueza, esquecem o cônjuge e abandonam os filhos. Quantos que traem os votos firmados no altar, quebram as promessas feitas na presença de Deus e rompem com a aliança do matrimônio para viverem aventuras pejadas de paixão. Nessa corrida ensandecida pisam no cônjuge, ferem a família, esmagam emocionalmente os filhos e deixam para trás um rastro inglório de grandes infortúnios. O diabo é um estelionatário e o pecado é um fraude. O pecado não compensa. O prazer que ele oferece tem cheiro de enxofre. A morte está presente no DNA do pecado. Assim como é impossível colher figos dos espinheiros, também é impossível experimentar a verdadeira felicidade no pecado. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família.</p>
<p>Muitos se deixam seduzir pelo fascínio da riqueza, e acabam levando sua família para a destruição. O filme O Advogado do Diabo retrata em cores vivas o perigo de se inverter as prioridades da vida, sacrificar o casamento e tripudiar sobre os valores absolutos para alcançar riqueza. O fim dessa linha é a dor, a frustração e a morte.</p>
<p><strong>3. As pessoas mais felizes são aquelas que entenderam que a felicidade precisa ser centrada na família (3.1)</strong></p>
<p>A Bíblia diz que Ló na busca da riqueza, levou sua família para Sodoma e lá perdeu não só suas riquezas, mas também sua família. Davi para satisfazer um desejo sexual proibido com Bate-Seba, afundou sua família num mar de sangue, de conspirações e mortes. Salomão na busca da felicidade em seus múltiplos casamentos, perdeu seu coração e sua fé genuína em Deus.</p>
<p>A verdadeira felicidade deve ser construída em torno da família. É melhor ser pobre havendo harmonia no lar do que celebrar banquetes com contenda. Melhor é o bom nome do que a riqueza. A mulher virtuosa vale mais do que finas jóias. Um casamento feliz é mais excelente do que a mais pujante fortuna. John Rockfeller disse que nunca havia conhecida tão pobre como aquele que só possuia dinheiro. O dinheiro em si não traz felicidade. As pessoas mais felizes não são aquelas que mais têm. As mais mais felizes não são aqueles que vivem empavonadas, mas aquelas que chegam em casa com a roupa suja de graxa. Nada se compara a uma família unida, onde o amor é o alicerce da comunhão.</p>
<p><strong>II. AS FRUSTRAÇÕES DO PASSADO NÃO PODEM IMPEDIR SUA FELICIDADE HOJE (3.1)</strong></p>
<p>Os problemas que nos afligem podem trazer-nos grandes transtornos: O marido e os filhos de Noemi haviam morrido prematuramente. Abraão morreu farto de dias. Jó viu os filhos dos filhos até a quarta geração. Mas Elimeleque e seus filhos morreram sem deixar sequer um descendente. A morte prematura traz grandes transtornos e profundas angústias. Um médico amigo, que perdera seu filho de dezessete anos, acadêmico de medicina, vitimado por uma doença súbita, chorava desconsolado dizendo não aceitar que seu filho tenha furado a fila e passado em sua frente. Aquele homem nunca conseguiu superar aquela dor que assolou seu peito.</p>
<p>Noemi agora não tem marido, não tem filhos, nem dinheiro. Parece que tudo havia acabado. Mas, das sombras espessoas do sofrimento brota uma luz de esperança. Das cinzas da derrota levanta-se um prenúncio de inaudita vitória. Nas miragens do deserto, ela vislumbra o oásis que lhe dessedentou a alma. Quando nossos recursos acabam os celeiros de Deus continuam abarrotados. Quando perdemos o controle, Deus continua nos conduzindo em triunfo.</p>
<p>Alguns fatos nos chamam a atenção:</p>
<p><strong>1. As tragédias do passado podem produzir grande amargura em nossa alma (1.20)</strong></p>
<p>Noemi partiu de Belém feliz e voltou amarga. Em dez anos ela perdeu seus bens, seu marido, seus filhos, seus sonhos. Ela quer mudar de nome. Noemi significa feliz, alegre. Ela quer ser chamada de Mara, amargura. Os problemas da vida podem azedar a nossa alma, podem roubar os nossos sonhos. Noemi perdeu a razão para sorrir. A felicidade fugiu da sua vida e ela começou a amargar uma tristeza sem consolo e uma dor sem cura. Torrentes caudalosas de perdas desabaram sobre sua casa. Avalanches rolaram dos penhascos alcantilados e inundaram sua vida, enchendo seu peito de dor e mágoa. Ela ergueu um monumento permanente para celebrar a sua dor. Ele trocou de nome. Ela reescreveu a sua história e a nova versão era mais sombria que a primeira.</p>
<p><strong>2. As tragédias do passado podem embassar nossa percepção espiritual (1.21)</strong></p>
<p>Noemi pensou que Deus estava contra ela. Ela estava olhando para a vida com lentes escuras e interpretando as providências divinas por uma perspectiva falha. Ela só conseguia ver o castigo de Deus e não a sua providência. Noemi não só estava triste, ela estava triste com Deus. Ela responsabilizou Deus pela sua tragédia. Noemi viu Deus como seu inimigo e não como seu refúgio. Ela pensou que Deus estava trabalhando contra ela e não por ela. Ela ergueu sua voz para extravasar sua mágoa contra Deus em vez de exaltar e glorificar a Deus.</p>
<p>Muitos ainda hoje, olham a vida pelo avesso. Enxergam as providências de Deus como um emaranhado de grande confusão sem nenhum propósito. Assim, perdem a doçura, perdem a alegria e perdem a comunhão com Deus. Vêem-no como carrasco e não como consolador. Encontram nele não abrigo, mas pesado tormento.</p>
<p><strong>3. As tragédias do passado não são permanentes, a crise não dura para sempre (3.1)</strong></p>
<p>Não apenas Noemi, mas Rute também tinha tudo para desesperar-se da vida. Ela era gentia. Ela havia perdido o sogro, o cunhado, o marido. Rute não teve filhos. Ela tem uma sogra viúva, pobre e desamparada. Ela está em terra estrangeira, longe da sua família. Naquela época ser viúva pobre era estar em total desamparo.</p>
<p>Mas quando você está no fim da linha, no fundo do poço, no esgotamento dos seus recursos, sentindo-se em terra estranha Deus pode intervir, pode mudar o cenário, pode abrir-lhe a porta da esperança. À pobre viúva Deus lhe deu não apenas um marido íntegro, bondoso e leal, mas um marido rico e cheio da graça de Deus. A providência divina lhe proporcionou não apenas uma casa farta de bens, mas também cheia de felicidade. Deus pode lhe fazer feliz ainda hoje.</p>
<p><strong>4. A felicidade não está apenas em ter um cônjuge, mas um lar (3.1)</strong></p>
<p>Noemi não buscou um marido para Rute, mas um lar. Muitos querem apenas se casar e por isso tomam decisões apressadas. É melhor ficar sozinho do que fazer um casamento precipitado. A Bíblia diz que do Senhor vem a esposa prudente. A Palavra de Deus diz que quem encontra uma esposa, achou a benevolência do Senhor. Não busque apenas um cônjuge, busque um lar!</p>
<p>O casamento é um passo muito sério para ser tomado sem reflexão. Um casamento precipitado pode ser motivo de mais dor que alegria, de mais choro que sorriso, de mais infelicidade do que prazer. Ouça os conselhos dos mais experientes. Tenha cautela na busca de um cônjuge. Você precisa de um lar e não apenas de um cônjuge.</p>
<p><strong>III. A FELICIDADE DO LAR PRECISA SER EDIFICADA SOBRE O FIRME FUNDAMENTO QUE É DEUS (3.10)</strong></p>
<p><strong>1. A felicidade de Rute está no fato de que ela converteu-se primeiro a Deus, antes de buscar um marido (2.12; 2.16,17; 3.10)</strong></p>
<p>Rute era uma moabita. Ela era adoradora de uma divindade pagã, o deus Camos. Ela não conhecia o Deus vivo. Mas logo que o seu marido morreu, ela deixou sua terra, sua parentela, seus deuses e abraçou o Deus da sua sogra. Ela converteu-se ao Deus vivo. Ela disse: “Aonde quer que tu fores, irei também; aonde quer que pousares, ali pousarei; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. onde quer que morreres, morrerei eu e ali eu serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti” (1.16,17).</p>
<p>Um dos grandes problemas do casamento misto é que primeiro a pessoa busca o cônjuge antes de buscar a Deus; busca a sua vontade mais do que a vontade de Deus.</p>
<p>Porque Rute buscou a Deus em primeiro lugar, Deus lhe deu um marido crente, rico, generoso, e ela tornou-se avó do grande rei Davi e membro da genealogia do Messias. Deus honra aqueles que o honram!</p>
<p><strong>2. A felicidade de Rute está no fato de que ao buscar a Deus em primeiro lugar, não apenas encontrou um marido, mas também um remidor (3.9)</strong></p>
<p>Boaz foi para Rute um levir e um remidor. A Lei de Moisés requeria que quando um homem morria sem deixar filhos, um parente próximo poderia casar-se com a viúva (Dt 25.5-10), perpetuando assim o nome da família. Rute era um viúva sem filhos. Sua sogra não tinha mais filhos para ela desposar. Boaz, por sua vez, era um parente próximo de Elimeleque. Assim, ele estava qualificado para ser o remidor de Rute, casando-se com ela. O que é importante é que ele não só estava qualificado, mas também estava desejoso de casar-se com ela. Boaz perpetuou a descendência de Elimeleque e Malom, bem como tirou Rute e Noemi da pobreza. A Palavra de Deus diz: “Agrada-te do Senhor e ele satisfará os desejos do seu coração” (Sl 37.4).</p>
<p>A Bíblia diz que casualemente Rute foi rebuscar no campo de Boaz. Casualmente Boaz a viu. Casualmente ele se afeiçoou a ela. Porém, as nossas casualidades são expressas manifestações da providência divina (2.20). Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.</p>
<p><strong>IV. A FELICIDADE DO LAR PRECISA PASSAR PELA INTEGRIDADE DOS CÔNJUGES (3.11)</strong></p>
<p><strong>1. Rute era uma mulher de grandes qualidades morais (3.11)</strong></p>
<p>A felicidade de Rute foi pavimentada pela sua própria vida. Vejamos alguns atributos dessa jovem viúva moabita:</p>
<p>Em primeiro lugar, Rute era uma mulher convertida ao Deus vivo (1.16,17). Rute, à semelhança de Abraão, deixou sua parentela e foi para uma terra distante por causa da sua fé no Deus vivo. Deus passou a ser o seu Senhor. Rute buscou abrigo debaixo das asas de Deus (2.12) e Boaz a chama de bendita de Deus (3.10).</p>
<p>Em segundo lugar, Rute era uma mulher trabalhadora (2.2,15-17). Rute é uma mulher que tem expediente, que tem coragem para trabalhar e faz tudo quanto está ao seu alcance. Rute não era uma peça de porcelana, uma taça de cristal. Ela tinha fibra, tinha punhos de aço e mãos adestradas para o trabalho.</p>
<p>Em terceiro lugar, Rute era uma mulher que tinha um lindo relacionamento com sua sogra (1.16,17; 2.11,12,18,22,23; 3.1; 4.15). Rute fez uma aliança de amor com sua sogra. Noemi trata Rute como a uma filha. O amor e o cuidado de Rute por Noemi já era um fato conhecido na cidade de Belém (2.11,12). A fama de Rute a precedeu em Belém. Rute é uma mulher leal. Ela não despreza a sua sogra logo que as coisas começam a melhorar para ela. As duas têm um profundo amor uma pela outra. Noemi é conselheira de Rute; Rute, discípula de Noemi. Mesmo depois que Rute se casou e teve um filho, é dito sobre ela: “sua nora te ama e é melhor de que sete filhos” (4.15).</p>
<p>Em quarto lugar, Rute era uma mulher de bom testemunho em toda a cidade (3.11). Rute foi uma mulher que impactou a cidade não pela sua beleza, mas pelas suas virtudes. Sua beleza interior era mais esplêndida do que sua beleza exterior. O maior patrimônio que possuímos é o nosso nome, o nosso caráter. O bom nome vale mais do que as riquezas.</p>
<p><strong>2. Boaz era um homem de grandes qualidades morais (3.8-10)</strong></p>
<p>Três atributos de Boaz destacam-se neste texto:</p>
<p>Em primeiro lugar, Boaz era um homem íntegro (3.8-10). Uma mulher jovem, bonita, bem-vestida, perfumada, está aos seus pés à meia-noite. Se não fosse um homem íntegro teria abusado de Rute naquela circunstância. O maior desafio da integridade é quando nenhum olho está sobre você. O segredo mais secreto aqui na terra é um escândalo aberto no céu.</p>
<p>Um pastor que estava viajando para o exterior, resolveu beber. Depois da oitava dose, já com fala pastosa, pediu mais uma dose e a aeromoça lhe disse: “pastor, eu acho que o senhor devia parar”. A aeromoça era crente e conhecia o pastor.</p>
<p>Ricardo Gondim diz que Boaz manteve-se íntegro em duas circunstâncias diferentes:</p>
<p>Ser íntegro é manter-se fiel aos seus princípios às escondidas. O maior desafio da integridade é quando nenhum olho está sobre você. Boaz permanece íntegro depois de ter bebido vinho, à noite, no recesso da sua eira, tendo uma mulher bonita deitada aos seus pés. O conceito de integridade não é agir hipocritamente na presença dos conhecidos. Você é a pessoa que se revela quando está longe dos holofotes.</p>
<p>Ser íntegro é saber lidar com a vulnerabilidade do próximo. Há muitos que manipulam, exploram, aproveitam a fraqueza dos outros para tirar vantagem. Ser íntegro é ser respeitador. Boaz não se aproveita de Rute. Ele a abençoa. Ele a ama, mas quer fazer as coisas direito, no seu tempo. Ele sabe esperar!</p>
<p>Em segundo lugar, Boaz era um homem generoso (3.15-17). Boaz fazia mais do que a lei exigia. Ele ia além. Ele era generoso (2.15,16). Agora, Boaz não permite Rute voltar para sua sogra de mãos vazias. Ele é um abençoador. Ele tem seu coração cheio de generosidade e suas mãos abertas para ofertar. Você tem sido generoso na sua casa? Você é generoso com as pessoas. Tive o grande privilégio de hospedar-me certa feita na casa de um pesbítero na cidade de Brasília. Ele é um homem próspero e generoso. Ao descer do quarto para tomar o café da manhã, no domingo antes do culto, ele me deu um envelope. Pensei que se tratasse de algum pedido de oração. Quando abri, era uma oferta. Ele, então, me explicou: Deus tem me dado mais do que preciso. Ele tem sido generoso comigo. Então, resolvi que toda vez que hospedar uma pessoa ou encontrar um pastor, servo de Deus, darei a ele uma oferta de amor. Meu coração ficou comovido com aquele gesto e mais uma vez, vi cumprida a Palavra de Deus: “A alma generosa prosperará”.</p>
<p>Em terceiro lugar, Boaz era um homem leal (3.12,13). Boaz afeiçoou-se a Rute desde o primeiro dia em que ele a viu. As virtudes de Rute saltaram aos seus olhos e ele fez questão de revelar isso a ela e aos demais através da generosidade com que a tratou. Porém,quando Rute lhe pediu para ser o seu remidor, ele foi honesto com ela, dizendo que havia um outro que tinha a preferência na ordem de redimi-la. Boaz não fez nenhuma manobra nem lançou mão de nenhum artifício para buscar seus próprios interesses. Boaz era um homem de caráter.</p>
<p><strong>V. A FELICIDADE NO LAR PRECISA PASSAR PELO CUIDADO DA BELEZA INTERIOR E EXTERIOR – (3.3,4)</strong></p>
<p><strong>1. Rute cuida da sua beleza interior (3.11)</strong></p>
<p>Rute era uma mulher conhecida na cidade de Belém por sua integridade: “…toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa” (3.11). A Bíblia diz: “Enganosa é a graça e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada” (Pv 31.30). A Palavra de Deus ainda afirma: “Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (1Pe 3.3,4).</p>
<p>A Bíblia diz: “…as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada, e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras como é próprio às mulheres que professam ser piedosas” (1Tm 2.9,10).</p>
<p>As virtudes de Rute são mais destacas que os seus dotes físicois. A base de um casamento feliz não é a beleza física. Essa acaba com os anos. As rugas chegam. Os cabelos ficam brancos. O nosso vigor murcha como uma flor à expoção do calor do sol. Mas a beleza interior resplandece ainda mais.</p>
<p><strong>2. Rute cuida da sua beleza exterior (3.3,4)</strong></p>
<p>Rute quer constituir um lar. Ela quer perpetuar a memória do seu sogro e do seu marido. Naquela época um homem morrer sem deixar descendência era acabar de vez com o sonho de fazer parte da descendência do Messias.</p>
<p>Rute, então, prepara-se como uma noiva para o seu casamento. Ela se unge, veste seus melhores vestidos. Rute procura um marido, um lar feliz, mas se prepara para isso. Ela se cuida. Ela cuida da sua aparência. O homem é despertado pelo olhar. Os homens gostam de olhar e as mulheres gostam de ser olhadas.</p>
<p>Alguns pontos merecem destaque aqui:</p>
<p>Em primeiro lugar, Rute seguiu à risca as orientações da sua sogra, uma mulher mais experiente (3.5,6). Noemi era uma mulher experiente. Ela já estava velha para se casar, mas ainda sabia as regras mais adequadas para se conquistar um homem de caráter. Obeceder os conselhos das pessoas mais experientes pode pavimentar o caminho da felicidade.</p>
<p>Em segundo lugar, Rute associa a apresentação pessoal com prudência (3.3). Rute preparou-se para encontrar-se com Boaz. Havia outros homens que não teriam hesitado em se casar com ela (3.10), mas estes não poderiam tê-la redimido. Somente um parente resgatador poderia fazer isso, e Boaz era esse parente. Nessa preparação Rute fez cinco coisas: lavou-se, ungiu-se, trocou de roupas, aprendeu como apresentar-se a Boaz prometeu obedecer. Rute está bem-vestida e perfumada, mas espera a hora certa de fazer a abordagem a Boaz. A paciência é a primeira característica do amor. A precipitação pode botar tudo a perder. Hoje temos dois extremos: desleixo ou sensualidade. A sensualidade não pode tomar o lugar da pureza interior e do recato. Rute deita-se aos pés de Boaz e não no colo dele.</p>
<p>Em terceiro lugar, Rute é ousada na sua abordagem, mas recatada em seus gestos (3.4,8). Ela não espera o milagre de um casamento assentada em sua casa. Ela vai na direção de Boaz. Ela caminha na direção da realização do seu sonho. Ela não fica passiva, de braços cruzados esperando algo acontecer. Ela toma a iniciativa. Porém, Rute não se joga sobre Boaz, deitando em seu colo. Ela se deita ao seus pés. Ela não seduz Boaz com seus dotes físicos, mas conquista seu coração pelas suas virtudes morais.</p>
<p>Em quarto lugar, Rute é específica e elegante no seu pedido de casamento (3.9). Ela pede a Boaz para lançar sobre ela a sua capa, porque ele era o candidato legítimo e legal para casar-se com ela e suscitar uma descendência legítima à família de Elimeleque. Ele era o resgatador. Leon Morris diz que “atirar o manto sobre uma mulher seria pedi-la em casamento”. David Atkinson na mesma linha de pensamento, citando Ezequiel 16.8, diz que estender a capa era um delicado pedido de casamento. Rute havia se colocado sob as asas de Iavé (2.12). Agora, ela procura colocar-se sob as asas de Boaz (3.9). A palavra para “manto” que apareci aqui em Rute 3.9 é a mesma palavra “asas” que aparece em Rute 2.12.</p>
<p>Em quinto lugar, Rute e Baoz são puros no seu agir (3.14). É importante observar que Boaz e Rute só se relacionaram sexualmente depois do casamento público (3.14; 4.13). Isso está de acordo com o princípio de Deus em Gênesis 2.24. Sexo antes do casamento está em total desacordo com os princípios de Deus!</p>
<p><strong>VI. A FELICIDADE NO LAR PASSA PELA OBEDIÊNCIA AOS SÁBIOS CONSELHOS (3.5)</strong></p>
<p>A felicidade passa pelo mentoreamento das pessoas mais experientes. Noemi torna-se conselheira de Rute e Rute discípula de Noemi. Algumas coisas nos chamam a atenção:</p>
<p>Em primeiro lugar, a obediência de Rute (3.5). Noemi orienta, sua nora obedece. Os costumes judaicos do levirato eram estranhíssimos para Rute, mas ela obedece. O grande fruto da fé é a obediência. A Bíblia fala do conselho de uma empregada doméstica na casa do comandante da Síria. Ele foi curado da sua lepra ao atender o conselho do profeta Eliseu de mergulhar no Rio Jordão sete vezes.</p>
<p>Muitas pessoas sofrem porque seguem conselhos errados, buscam fontes venenosas. Mas o bom conselho, na hora certa, com a motivação certa pode ser uma bênção.</p>
<p>A Bíblia diz que as mulheres mais velhas devem ensinar as mais novas a amarem seus maridos: “quanto às mulheres idosas… sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovem recém-casadas a amarem ao marido e aos seus filhos” (Tt 2.3,4).</p>
<p>Em segundo lugar, a humildade e o recato de Rute (3.9). Boaz já tinha se agradado de Rute no campo. E ela sabia disso, as mulheres percebem essas coisas, mas quando ele lhe pergunta: ela responde “tua serva”. Ela não disse: “tua paixão, o novo amor da tua vida”.12 Agostinho disse: “O orgulho trasnformou anjos em demônios, a humildade trasnforma homens em santos”.</p>
<p>Em terceiro lugar, a confiança de Rute em Deus (3.10). Rute não saiu correndo atrás de nenhum jovem ou qualquer outro homem. Ela dirigiu-se a Boaz e por isso foi abençoada. Ela confiou na providência divina e Deus a honrou. Ela não manipulou nem engendrou artifícios. Ela não fez nenhuma armação, mas agiu de acordo com a orientação recebida de sua sogra.</p>
<p>Em quarto lugar, o descanso de Rute na promessa de Boaz (3.11). Boaz empenhou sua honra e sua palavra de que cumpriria os desejos do coração de Rute e trabalharia na direção de atender plenamente o seu pedido. A razão que ele apresenta é a excelente reputação de Rute. Ela tornara-se muitíssimo popular entre todos os habitantes da cidade. Todos sabiam das suas excelentes qualidades morais.</p>
<p>Em quinto lugar, a paciência de Rute (3.18). Noemi era uma profunda conhecedora da natureza masculina. Afinal de contas, ela convivera com três homens em sua casa, seu marido e seus dois filhos. Ela sabia que Boaz já estava ligado emocionalmente a Rute. Ela sabia que ele não descansaria até desembaraçar-se das questões legais e desposar Rute e tê-la para si. A paciência de Rute era um ingrediente fundamental no processo para a consumação daquele feliz casamento. Quem ama sabe esperar.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>O livro de Rute nos ensina que o caminhado da felicidade é traçado pela mão soberana da providência. William Cowper disse que “por traz de toda providência carrancuda, esconde-se uma face sorridente”.</p>
<p>Deus mudou a sorte de Noemi e de Rute. Elas foram consoladas. Deus ainda continua transformando o desespero em porta da esperança e a amargura em felicidade. Deus continua transformando a pobreza em riqueza e a solidão em cenários de abundante felicidade.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/09/o-lar-fonte-de-grande-alegria/" title="http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/09/o-lar-fonte-de-grande-alegria/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hernandesdiaslopes.com.br');">Hernandes Dias Lopes</a></p>
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		<title>Amando O Inimigo &#8211; Ilustração</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 04:06:41 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[Amando O Inimigo]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez um homem foi visitar o pastor dizendo que queria se divorciar da sua mulher. O pastor disse, “Mas a Bíblia diz que você deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja.”(Efé 5:25). O homem respondeu, “Mas, eu não consigo. E, de qualquer forma, eu não sou perfeito como Cristo.” O pastor disse, “Então, se não conseguir assim, lembre que Jesus nos mandou amar o nosso próximo. Você não pode continuar a amar ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez um homem foi visitar o pastor dizendo que queria se divorciar da sua mulher.</p>
<p>O pastor disse, “Mas a Bíblia diz que você deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja.”(Efé 5:25).</p>
<p>O homem respondeu, “Mas, eu não consigo. E, de qualquer forma, eu não sou perfeito como Cristo.”</p>
<p>O pastor disse, “Então, se não conseguir assim, lembre que Jesus nos mandou amar o nosso próximo. Você não pode continuar a amar ela como seu próximo?” (Mar 12:33)</p>
<p>O homem disse “Mas, ela me traiu, ela não me trata como próximo dela. Não consigo amar ela como meu próximo.”</p>
<p>“Então,” disse o pastor, “Só tenho mais uma palavra do Senhor. ‘Amai os vossos inimigos’.” (Mat 5:44; Luc 6:27)</p>
<p>– Erwin Lutzer, “Aprendendo a Amar”, (“Learning to Love”) Preaching Today (Pregação Para Hoje), Tape No. 99.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hermeneutica.com/" title="http://www.hermeneutica.com/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.hermeneutica.com');">Hermenêutica</a></p>
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		<title>Fuja da Imoralidade Sexual</title>
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		<pubDate>Sat, 21 May 2011 03:33:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Imoralidade Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[James]]></category>
		<category><![CDATA[Masturbação]]></category>
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		<title>PROFETAS, referências Bíblicas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 10:00:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Estudos Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Antigo Testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Profetas]]></category>
		<category><![CDATA[referências Bíblicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os profetas foram homens escolhidos por Deus, para serem canais da manifestação de sua vontade ao povo israelita. Instrumento poderosamente usado e através destes, a glória do Senhor por diversas vezes foi manifestada. Ao contrário do que pregam muitas igreja, a Bíblia não determina o fim deste ofício em João Batista, na verdade, afirma que nos dias finais os veríamos, em plena atividade. Eu particularmente, glorifico o nome do Senhor, pois, através destes profetas, Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os profetas foram homens escolhidos por Deus, para serem canais da manifestação de sua vontade ao povo israelita. Instrumento poderosamente usado e através destes, a glória do Senhor por diversas vezes foi manifestada.<br />
Ao contrário do que pregam muitas igreja, a Bíblia não determina o fim deste ofício em João Batista, na verdade, afirma que nos dias finais os veríamos, em plena atividade. Eu particularmente, glorifico o nome do Senhor, pois, através destes profetas, Ele tem falado aos meus ouvidos e honrado-me com Seu grande amor.</p>
<p>A seguir, transcrevo da Bíblia inúmeros textos que abordam o tema. Leia-os e medite.</p>
<p>1- Os Profetas:<br />
a) Levantados por Deus. Am 2.11<br />
b) Ordenado. 1Sm 3.20; Jr 1.5<br />
c) Enviados. 2Cr 36.15; Jr 7.25<br />
d) Enviados por Jesus. Mt 23.34<br />
e) Cheios do Espírito Santo. Lc 1.67<br />
f) Guiados pelo Espírito Santo. 2Pe 1.21<br />
g) Falam pelo Espírito Santo. At 1.16; 11.28; 28.25<br />
h) Falam em nome do Senhor 2Cr 33.18; Tg 5.10<br />
i) Falam com autoridade 1 Rs 17.1<br />
j) Deus fala por meio deles Os 12.10; Hb 1.1<br />
k) Mensageiros de Deus 2Cr 36.15; Is 44.26<br />
l) Servos Jr 35.15<br />
m) Houve algumas profetisas Jl 2.28</p>
<p>2- Chamados de:<br />
a) Homem de Deus 1Sm 9.6<br />
b) Profeta de Deus Ed 5.2<br />
c) Santos Lc 1.70; Ap 18.20; 22.6; 2Pe 1.21; 2Rs 4.9<br />
d) Videntes 1Sm 9.9</p>
<p>3- Ouvem o Senhor:<br />
a) Seus segredos Am 3.7<br />
b) Em diversas ocasiões Hb 1.1<br />
c) Voz audível Nm 12.8; 1Sm 3.4-14<br />
d) Por meio de anjos Dn 8.15-26; Ap 22.8,9<br />
e) Em sonhos e visões Nm 12.6; Jl 2.28<br />
f) Sob controle do Espírito Santo Lc 1.67; 2Pe 1.21<br />
g) Fala em nome do Senhor 2Cr 33.18; Ez 3.11; Tg 5.10<br />
h) Serviam de Sinais ao povo Is 20.2-4; Jr 19.1,10,11; 27.2,3; 43.9; 51.63;<br />
Ez 4.1-13; 5.1-4; 7.23; 12.3-7; 21.6,7; 24.1-14; Os 1.2-9</p>
<p>4- Devem ser:<br />
a) Ousados e inflexíveis Ez 2.6; 3.8,9<br />
b) Vigilantes e fiéis Ez 3.17-21<br />
c) Atentos às palavras recebidas Ez 3.10<br />
d) Fieis, transmitir apenas o recebido Dt 18.20<br />
e) Obedientes na transmissão da palavra Jr 26.2<br />
f) Escreviam e narravam as mensagens recebidas 2Cr 21.12; Jr 36.2; Lc 4.17; At 13.15</p>
<p>5- Suas Predições eram:<br />
a) Anunciadas na porta da casa do Senhor Jr 7.2<br />
b) Proclamadas nas cidades e ruas Jr 11.6<br />
c) Escritas e fixadas em lugares públicos Hc 2.2<br />
d) Escritas em rolos Is 8.1; Jr 36.2<br />
e) Todas cumpridas 2Rs 10.10; Is 44.26; At 3.18; Ap 10.7<br />
f) Orientavam os judeus Ed 5.2 </p>
<p>6- Os Judeus:<br />
a) Ordenados a ouvi-los e crer  Dt 18.15 com 2Cr 20.20<br />
b) Perseguiam-nos 2Cr 36.16; Mt 5.12<br />
c) Aprisionavam-nos 1Rs 22.27; Jr 32.2; 37.15,16<br />
d) Matavam-nos 1Rs 18.13; 19.10; Mt 23.34-37</p>
<p>7- Outros ensinamentos:<br />
a) Poderosos por meio da fé Hb 11.32-40<br />
b) Pacientes em meio ao sofrimento Tg 5.10<br />
c) Eram vingados por Deus 2Rs 9.7; 1Cr 16.21,22; Mt 23.35-38; Lc 11.50<br />
d) Cristo nomeado de antemão Dt 18.15 com At 3.22<br />
e) Cristo foi profeta Mt cap 24; Mc 10.32-34</p>
<p>8- Profetas na Igreja &#8211; Novo Testamento:<br />
At 13.1; 1Co 12.28; 14.29; Ef 4.11</p>
<p>a) Zacarias Lc 1.67<br />
b) Ana Lc 2.36<br />
c)Agabo At 11.28; 21.20<br />
d) Filhas de Filipe At 21.9<br />
e) Paulo 1Tm 4.1<br />
f) Pedro 2Pe 2.1,2<br />
g) João Ap 1.1</p>
<p>9- Nome dos profetas bíblicos:<br />
a) Arão Ex 7.1<br />
b) Abraão  Gn 20.7<br />
c) Ágabo At 21.10<br />
d) Ageu Ed 5.1<br />
e) Aias 1Rs 11.29<br />
f) Amós Am 1.1<br />
g) Ananias Jr 28.17<br />
h) Balaão Nm 22.5<br />
i) Daniel Mt 24.15<br />
j) Davi Mt 13.35<br />
k) Eldade Nm 11.26<br />
l) Elias 1Rs 18.36<br />
m) Eliseu 1Rs 19.16<br />
n) Ezequiel Ez 1.3<br />
o) Gade 1Sm 22.5<br />
p) Habacuque Hc 1.1<br />
q) Ido 2Cr 13.22<br />
r) Isaías 2Rs 19.2<br />
s) Jeú 1Rs 16.7<br />
t) Jeremias Jr 1.5<br />
u) João Batista Lc 7.28<br />
v) Joel Jl 1.1<br />
w) Jonas 2Rs 14.25<br />
x) Josué 1Rs 16.34<br />
y) Malaquias Ml 1.1<br />
z) Medade Nm 11.26<br />
aa) Micaias Jr 26.18<br />
ab) Miquéias Jr 26.18<br />
ac) Moisés Dt 34.10<br />
ad) Natã 2Sm 7.2<br />
ae) Naum Na 1.1<br />
af) Obadias Ob 1<br />
ag) Odede 2Cr 28.9<br />
ah) Oséias Os 1.1<br />
ai) Samuel 1Sm 3.20<br />
aj) Semaias 2Cr 12.5<br />
ak) Sofonias Sf 1.1<br />
al) Zacarias Lc 1.67<br />
am) Zacarias Zc 1.1</p>
<p>Elias R. Oliveira<br />
Fonte: Estudos Gospel</p>
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		<title>O Que Quer Dizer &#8220;Primeiro Amor&#8221;?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 10:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Amor]]></category>

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		<description><![CDATA[O Senhor Jesus disse à igreja de Éfeso:   “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas” (Ap 2.4-5).          Infelizmente, essa ameaça de Jesus logo tornou-se realidade. A igreja de Éfeso, que se encontrava onde hoje é a Turquia, desapareceu e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senhor Jesus disse à igreja de Éfeso:</p>
<div> </div>
<div>
<blockquote>
<div>“Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas” (Ap 2.4-5).</div>
</blockquote>
<p>         Infelizmente, essa ameaça de Jesus logo tornou-se realidade. A igreja de Éfeso, que se encontrava onde hoje é a Turquia, desapareceu e não há praticamente mais nada que a lembre. No lugar onde antes brilhava a luz do Evangelho por meio da igreja local de Éfeso hoje se proclama o islamismo. Onde antes havia o <strong>“candeeiro”</strong> da Palavra de Deus, hoje estão os minaretes das mesquitas islâmicas.<br />
         A igreja tinha abandonado o primeiro amor, não voltou a ele e isso teve conseqüências desastrosas. Mas, afinal, o que é esse primeiro amor?</p>
<h2>O que o“primeiro amor” não é</h2>
<p>         Ele não é necessariamente o amor que tínhamos no começo de nossa vida cristã (do ponto de vista puramente temporal), quando encontramos a Jesus. O verdadeiro amor é mutável, mas não no sentido de diminuir repentinamente. Vamos ver o exemplo do casamento. Há uma fase inicial de <strong>“paixão”</strong>, e uma fase posterior de <strong>“amor”</strong>. Na hora da <strong>“paixão”</strong>, os sentimentos têm um papel muito forte. Mais tarde essa agitação emocional diminui, mesmo que o amor não tenha diminuído; ele apenas ficou mais constante, afeiçoado e fiel. No começo, o coração bate forte quando abrimos uma carta da pessoa por quem nos apaixonamos. Depois de vinte anos de casamento, provavelmente não sentimos mais tanta emoção quando recebemos um cartão ou uma carta do cônjuge, mesmo que o amor seja muito grande. Isso significa que o amor verdadeiro é mais do que um simples sentimento, que tem papel tão importante quando alguém se apaixona. Depois que a relação se consolida e alguns anos de casamento se passam, o amor de um pelo outro não depende mais só dos sentimentos, mas fica mais constante e profundo.<br />
         Podemos comparar a <strong>“paixão”</strong> a um motor que é ligado: ele precisa da ignição antes de funcionar. Depois, porém, ele continua funcionando de forma constante, sem que a ignição tenha de ser constantemente acionada. O carro está andando, e nós ficamos satisfeitos em seguir adiante, em direção ao objetivo desejado. Isso ilustra o amor permanente.<br />
         Na verdade, é perfeitamente normal que depois de alguns anos seguindo a Jesus, um filho de Deus não tenha mais o mesmo sentimento ou a mesma emoção do início de sua vida cristã. Mas isso não significa necessariamente que agora amemos menos a Jesus do que logo depois da conversão. Podemos estar no primeiro amor mesmo sem essas emoções que nos assaltam.</p>
<h2>O que é o“primeiro amor”</h2>
<p>         Em minha opinião, a expressão <strong>“primeiro amor”</strong> não se refere tanto à característica temporal, e, sim, muito mais à característica qualitativa, à importância. O essencial é que o amor a Jesus ocupe o primeiro lugar em minha vida, isto é, que ocupe a posição de principal e melhor amor; importa que as prioridades estejam na ordem correta.<br />
         Quando um marido passa a colocar os esportes, a televisão ou seu hobby à frente de sua esposa com o passar dos anos (mesmo que lhe seja fiel, que ainda goste muito dela, que não consiga mais imaginar sua vida sem ela e que ela continue cuidando dele o tempo todo), então ele abandonou o seu primeiro amor em relação a ela.<br />
         Quando a paixão e a devoção a Jesus diminuem, o primeiro amor por Ele já foi abandonado. Esse principal e melhor amor não pode ser substituído por perfeccionismo, nem por esforços e perseverança, nem evitando maus pensamentos e ações. Revelar o mal, trabalhar e sofrer para o Senhor também não resolve. Isso tudo é bom e necessário, afinal, o próprio Senhor reconhece que são atitudes elogiáveis (Ap 2.2-3); mas elas também podem partir de um hábito puramente mecânico, e ficar engessadas em formalismo e tradicionalismo.<br />
         Por ocasião de seu jubileu de ouro no serviço militar, Paul von Hindenburg (1847-1934) [que mais tarde foi presidente da Alemanha], recebeu altas honrarias. Sua resposta foi modesta: <strong>“À guerra, o espírito – ao rei, o coração – à pátria, o sangue – a Deus, a honra!”</strong> Mas Deus quer nosso amor inteiro e completo, sem dividi-lo com ninguém (Mt 22.37). Nosso espírito, nosso coração e nosso sangue pertencem somente a Ele. O Senhor não quer somente a honra, mas toda a devoção dos que que se voltam para Ele em amor.<br />
         Em muitas igrejas tudo corre conforme os padrões bíblicos, e não há nada que se possa dizer contra elas. Ainda assim, falta o primeiro amor ao Senhor, pois a vida estruturada da igreja assumiu o lugar de Jesus Cristo. O Senhor Jesus sempre deve estar em primeiro lugar. Esse primeiro amor a Ele é que deve impulsionar o que fazemos por Ele, e não o contrário. Penso que era isso que Jesus estava querendo dizer aos cristãos da igreja em Éfeso: para eles, agir em nome do Senhor vinha antes, e o amor profundo a Jesus estava só em segundo lugar; a rotina descompromissada tinha passado acima da vida espiritual.</p>
<h2>Um exemplo de primeiro amor por Jesus</h2>
<p>         Lemos em Lucas 10.38-42:</p></div>
<div> </div>
<div>
<blockquote>
<div>“Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”.  Lucas 10.38-42</div>
</blockquote>
<p>         Marta empenhou tudo para que Jesus fosse recebido dignamente com a melhor comida e bebida, e com certeza não fez isso sem amor. Mesmo assim, o Senhor precisou adverti-la; mas sua irmã Maria foi elogiada por Ele. Devemos fazer uma coisa sem deixar a outra de lado – mas as prioridades devem estar na ordem certa. Esse acontecimento mostra que Maria escolheu a atitude melhor, o que nos dá um exemplo do<strong> “primeiro amor”</strong> a Jesus. Importa primeiro sentar aos Seus pés, ouvir a Sua palavra e reconhecer a Sua vontade. Esse primeiro amor ao Filho de Deus não existe sem que a Sua vontade seja feita. Mais tarde, a mesma Maria derramou o ungüento precioso sobre os pés de Jesus. João 12.3 nos relata essa ação:</div>
<div> </div>
<div>
<blockquote>
<div>“Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo”.  João 12.3</div>
</blockquote>
</div>
<div>          Maria <strong>“escolheu a boa parte”</strong>, a melhor, a superior, <strong>“e esta não lhe será tirada”</strong>.<br />
         Que contraste com as palavras de Jesus: <strong>“Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”</strong>. O primeiro amor havia sumido e por isso a igreja de Éfeso corria perigo de perder sua luminosidade. No exemplo acima, quem brilha mais? Marta ou Maria?</p>
<h2>“Primeiro Jesus!”</h2>
<p>         A visita de Jesus à casa de Maria e Marta e o ato de amor de Maria mostram claramente a importância que o Senhor dá à dedicação completa de todo o nosso amor a Ele, ao nosso viver com Ele e a partir dEle e ao serviço devotado que brota dessa ligação vital. O princípio é este: primeiro amor profundo a Jesus e só então serviço em Seu favor. É muito importante ouvi-lO e adorá-lO por meio do estudo da Bíblia, da oração, do silêncio em Sua presença. Infelizmente é possível esgotar-se pelo Senhor mesmo que tenhamos nos tornado indiferentes em relação à comunhão com Ele. Devemos fazer o primeiro sem desprezar o segundo – ou teremos abandonado o primeiro amor.<br />
         O principal amor deve ser devotado ao Senhor Jesus, que amou primeiro os Seus – por meio de Seu sofrimento e da Sua morte vicária na cruz, assim como através de Sua ressurreição e ascenção aos céus. Em outras palavras: Ele precisa ser o primeiro em nossas vidas. O Senhor Jesus expressou dessa forma radical a seriedade absoluta com que encara esse primeiro amor a Ele:</p></div>
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<div>“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mt 10.37).</div>
</blockquote>
<p>         A palavra grega para<strong> “primeiro”</strong> é <strong>“protos”</strong>, que refere-se menos à importância cronológica e mais à importância qualitativa. Assim, o <strong>“primeiro”</strong> amor é o <strong>“melhor”</strong> amor. Podemos derivar disso também expressões como <strong>“lugar de honra”</strong>, <strong>“líder”</strong>, <strong>“ser o primeiro”</strong> ou <strong>“assumir o lugar principal”</strong>. No tabernáculo, o lugar santo antes do Santo dos Santos também era chamado de <strong>“primeira tenda”</strong> ou <strong>“tenda anterior”</strong>. Ali os sacerdotes atuavam na presença direta do Senhor; não havia mais nada entre eles. Também isso revela a vontade do Senhor: que vivamos tão diretamente com Ele e na Sua presença, que Ele tenha o primeiro lugar em nossas vidas!<br />
         A mesma palavra grega <strong>“protos”</strong> também é usada na parábola do filho pródigo, que voltou para o pai totalmente empobrecido e com as roupas rasgadas. Este mandou lhe trazer a primeira, isto é, a melhor roupa: <strong>“Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o&#8230;”</strong> (Lc 15.22). Não se tratava de uma roupa de festa que o filho talvez já tivesse usado em ocasiões passadas, mas, sim, da principal roupa de festa.<br />
         O Senhor encontrou muitas coisas boas entre os cristãos da igreja em Éfeso (cf. Ap 2.2-3), mas Ele em si não era mais o Melhor e Primeiro entre eles. Alguém disse, com muita propriedade: <strong>“O bom é inimigo do excelente”</strong>. Mais uma vez: o melhor – o primeiro amor a Jesus – deve vir antes de qualquer outra coisa. Quando permitimos que algo venha antes do “primeiro amor”, então este passa a ser o segundo ou até mesmo o terceiro amor.<br />
         O seu amor pertence primeiro ao Senhor Jesus? Ele tem prioridade absoluta em sua vida? Você realmente coloca todo o resto depois dEle em sua vida? Você se esforça para prestar atenção ao que Ele diz quando procura lhe falar por meio de Sua Palavra na Bíblia, a fim de ter comunhão verdadeira com Ele? Você continua a amar o Senhor Jesus sobre todas as coisas quando perde tudo aquilo que lhe é caro, quando, por algum motivo, não pode mais trabalhar ou se movimentar? Você aprendeu a amá-lO sobre todas as coisas? Você escutou e aplicou a tempo em sua vida a advertência de Jesus para os cristãos de Éfeso? O Senhor descreveu o significado do verdadeiro discipulado com estas palavras extremamente sérias:</div>
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<div>“Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33).</div>
</blockquote>
<p>         Certa vez Charles Haddon Spurgeon contou esta emocionante história, que combina muito bem com o tema do <strong>“primeiro amor”</strong>:</div>
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<p>“Nós amamos nossas famílias, mas em comparação a Ele podemos odiar pai, mãe, irmãos e irmãs por amor do Seu nome. Quando certo mártir estava para ser queimado, trouxeram-lhe sua esposa e seus onze filhos para tentar convencê-lo a renegar sua fé. Ordenaram aos seus familiares que um a um se ajoelhassem à frente dele, pedindo-lhe que negasse sua fé e vivesse por amor à família. Mas, beijando um após o outro e demorando-se junto à mulher amada, ele disse: ‘Por amor de vocês, meus queridos, gostaria de fazer algo que me permitisse continuar vivendo com minha família; mas como se trata de Cristo, meu Senhor, preciso me afastar de vocês”’.</p>
</div>
<p> </p>
<div><em><strong>Autor: </strong>Norbert Lieth</em></div>
<div><em>Fonte: Estudos Gospel</em></div>
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		<title>Como viver na dimensão da eternidade</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 10:00:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[dimensão da eternidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O apóstolo Paulo em sua Segunda Carta aos Coríntios, capítulo quatro, versículos dezesseis a dezoito nos ensina a viver na dimensão da eternidade. Nossos pés estão na terra, mas nosso coração está no céu. Vivemos neste mundo como peregrinos, mas estamos a caminho da nossa Pátria permanente. Três verdades saltam aos nossos olhos no texto em apreço. Essas verdades nos direcionam nessa caminhada rumo à glória. 1. Temos um corpo fraco, mas um espírito renovado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O apóstolo Paulo em sua Segunda Carta aos Coríntios, capítulo quatro, versículos dezesseis a dezoito nos ensina a viver na dimensão da eternidade. Nossos pés estão na terra, mas nosso coração está no céu. Vivemos neste mundo como peregrinos, mas estamos a caminho da nossa Pátria permanente. Três verdades saltam aos nossos olhos no texto em apreço. Essas verdades nos direcionam nessa caminhada rumo à glória.<br />
1. Temos um corpo fraco, mas um espírito renovado.</p>
<p>“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia” (2Co 4.16).</p>
<p>Nossa fraqueza física é notória e indisfarçável. O tempo esculpe em nossa face rugas profundas. Nossas pernas ficam bambas, nossos joelhos trôpegos e nossas mãos descaídas. Cada fio de cabelo branco que surge em nossa cabeça é a morte nos chamando para um duelo. Nosso homem exterior, ou seja, nosso corpo enfraquece-se progressivamente. Mas, ao mesmo tempo, nosso homem interior, ou seja, nosso espírito renova-se de dia em dia, sendo transformado de glória em glória na imagem de Cristo. Ao mesmo tempo em que o nosso corpo se enfraquece, nosso espírito se fortalece. Na mesma proporção que o exterior se corrompe, o interior se renova. Temos um corpo fraco, mas um espírito forte.<br />
2. Temos um presente doloroso, mas um futuro glorioso.</p>
<p>“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co 4.17).</p>
<p>Aqui pisamos estradas juncadas de espinhos, cruzamos vales escuros e atravessamos desertos tórridos. Aqui nossos olhos ficam empapuçados de lágrimas e nosso corpo geme sob o látego da dor. Aqui enfrentamos ondas encapeladas, rios caudalosos e precisamos atravessar fornalhas ardentes. Aqui sofremos, choramos e sangramos. Porém, em comparação com a glória por vir a ser revelada em nós, nossas tribulações são leves e passageiras. O presente é doloroso, mas o futuro é glorioso. Nosso destino final não é um corpo caquético, mas um corpo de glória. Nossa jornada não termina num túmulo gélido, mas na Jerusalém celeste. Nosso fim não é a morte, mas a vida eterna. O nosso futuro de glória deve encorajar-nos a enfrentar com alegria a nossa presente tribulação. O que seremos deve nos encher de esperança para arrostar as limitações de quem somos. Vivemos na dimensão da eternidade!<br />
3. Temos as coisas visíveis que são temporais, mas as coisas invisíveis que são eternas.</p>
<p>“Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2Co 4.18).</p>
<p>O visível e tangível que enche nossos olhos e tenta seduzir nosso coração é aquilo que não vai permanecer. Tem prazo de validade e não vai durar para sempre. Mas, as coisas que não vemos são as que têm valor e vão permanecer para sempre. Investir apenas naquilo que é terreno e temporal é fazer um investimento insensato, pois é investir naquilo que não permanece. Investir, porém, nas coisas invisíveis e espirituais, é investir para a eternidade. Jesus diz que devemos ajuntar tesouros lá no céu, pois o céu é nossa origem e nosso destino. O céu é nosso lar e nossa pátria. Nosso Senhor está no céu. Muitos dos nossos irmãos já foram para o céu e nós, que fomos remidos e lavados no sangue de Jesus estamos a caminho do céu. Lá está o nosso tesouro. Lá está a nossa herança. É lá que devemos investir o melhor do nosso tempo e dos nossos recursos. Atentar apenas nas coisas que se veem e que são temporais é viver sem esperança no mundo; mas buscar as coisas que os olhos não veem nem as mãos apalpam é viver na dimensão da eternidade, com os pés na terra, mas com o coração no céu!</p>
<p>Autor: Pastor Hernandes Dias Lopes<br />
Fonte: Estudos Gospel</p>
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		<title>Sua Misericórdia Dura Para Sempre</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 10:00:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Misericórdia]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muitos anos atrás, um famoso artista de Hollywood entregou sua vida ao Senhor. Mas o dinheiro, a fama e a corrupção começaram a agir em sua vida, e aos poucos ele foi se distanciando de Deus. Conta-se que sua esposa finalmente o confrontou e disse: “É melhor você se acertar com Deus porque o seu pecado irá arrastá-lo ao abismo; e quando isso acontecer, vai levar toda a sua família com você”. O pecado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos anos atrás, um famoso artista de Hollywood entregou sua vida ao Senhor. Mas o dinheiro, a fama e a corrupção começaram a agir em sua vida, e aos poucos ele foi se distanciando de Deus. Conta-se que sua esposa finalmente o confrontou e disse: “É melhor você se acertar com Deus porque o seu pecado irá arrastá-lo ao abismo; e quando isso acontecer, vai levar toda a sua família com você”.<br />
         O pecado age dessa forma. É como um câncer que pode destruir os homens mais poderosos e de mais elevada posição, os melhores e os mais inteligentes. Mais freqüentemente do que imaginamos, suas conseqüências afetam famílias inteiras, como uma legítima metástase. Foi o que aconteceu com Davi e Bate-Seba. Sua história é trágica, mas, apesar de tudo, tem um final triunfante, por causa de um Deus misericordioso e amoroso que graciosamente concede a vitória para pecadores que se arrependem sinceramente.</p>
<p>“Decorrido um ano, no tempo em que os reis costumam sair para a guerra&#8230; Davi ficou em Jerusalém” (2 Sm 11.1). </p>
<p>        Talvez ele não tenha conseguido dormir naquela noite, porque a Bíblia diz: “&#8230;levantou-se Davi do seu leito e andava passeando no terraço da casa real” (11.2).<br />
         De lá, ele viu uma linda mulher tomando banho: </p>
<p>“Então, enviou Davi mensageiros que a trouxessem&#8230; a mulher concebeu e mandou dizer a Davi: Estou grávida” 2 Sm 11.4-5).</p>
<p>         A Bíblia apresenta Bate-Seba como uma mulher quieta, submissa, cujo nome tem sido associado, ao longo dos séculos, com os mais terríveis pecados de Davi, com adultério e assassinato premeditado. O sórdido episódio abriu um triste e trágico capítulo na vida de um rei que havia sido bondoso, e destruiu a paz da família real.<br />
         Alguns comentaristas pintaram Bate-Seba de maneira pouco lisonjeira em sua moral, culpando-a, na essência, pela infidelidade de Davi e de seu desejo de buscar um relacionamento sexual com a mulher de outro homem, contrariando tudo o que ele sabia ser o certo. O fato é que Bate-Seba estava em sua casa, e não estava fazendo nada de incomum ou provocativo. De acordo com Charles Ryrie, em seu comentário na Bíblia Anotada: </p>
<p>“As casas no Oriente Médio possuíam um pátio cercado que era considerado parte da casa. Bate-Seba, banhando-se à luz de lamparina, não foi indecorosa, pois estava em sua casa. O interior do pátio, todavia, podia ser visto do telhado da casa de Davi, situada em terreno mais elevado no monte Sião”.</p>
<p>         A Bíblia nem mesmo diz se Bate-Seba sabia porque Davi estava chamando-a naquela noite. No entanto, como serva leal, ela não tinha alternativa a não ser obedecer. As Escrituras pintam Bate-Seba como uma mulher quieta e submissa que não possuía a sabedoria ou a astúcia, nem a ousadia ou a segurança da esposa de Davi, Abigail, que é chamada de “sensata e formosa” (1 Sm 25.3). Há mais de vinte anos atrás, quando ainda era casada com o egoísta Nabal, Abigail havia impedido Davi de assassinar toda a sua casa pela raiva que ele sentia por Nabal (1 Sm 25.23-35).<br />
         Se Bate-Seba fosse como Abigail, poderia ter convencido Davi a não concretizar o desejo que estava em sua mente. Mas ela não era assim, e fez o que lhe mandaram fazer. Quando, mais tarde, descobriu que estava grávida de Davi, mandou avisá-lo.<br />
         Em uma tentativa completamente errada de tentar esconder o seu pecado e enganar Urias, o marido de Bate-Seba, levando-o a acreditar que o bebê era dele, Davi mandou chamá-lo do campo de batalha esperando que ele fosse para casa ficar com sua esposa. Mas Urias era um homem íntegro e disse: </p>
<p>“A arca, Israel e Judá ficam em tendas; Joabe, meu senhor, e os servos de meu senhor estão acampados ao ar livre; e hei de eu entrar na minha casa, para comer e beber e me deitar com minha mulher? Tão certo como tu vives e como vive a tua alma, não farei tal coisa” (2 Sm 11.11).</p>
<p>         Davi tentou novamente, embebedando Urias. Mesmo assim, Urias passou a noite no palácio do rei, junto dos seus servos. Então, em um ato nada característico de sua personalidade, e com crueldade e sangue-frio, Davi escreveu uma carta a Joabe, comandante de seu exército, e pediu que Urias a levasse até ele. Nessa carta estava escrito: </p>
<p>“Ponde Urias na frente da maior força da peleja; e deixai-o sozinho, para que seja ferido e morra” (2 Sm 11.15). </p>
<p>        E Urias foi morto. Davi casou-se com Bate-Seba, que deu à luz ao seu filho. “Porém isto que Davi fizera foi mau aos olhos do Senhor” (2 Sm 11.27).<br />
         Deus, então, aplicou a vara da disciplina. Primeiro, a criança morreria; segundo, a espada jamais se apartaria da casa de Davi (2 Sm 12.10-14). Com o coração e o espírito quebrantados, Davi se arrependeu profundamente, orou e jejuou por sete dias na esperança de que Deus poupasse a criança. Mas Ele não a poupou. A criança morreu; a metástase havia começado a se alastrar.<br />
         Dentro de nove meses Bate-Seba perdeu o marido e um filho. Sua vida mudou para sempre. Pelo que sabemos, aquela criança era seu primeiro filho. A Bíblia não faz menção de nenhum filho que ela tenha tido com Urias. As Escrituras também não atribuem a ela nenhum tipo de culpa. Deus culpou Davi, e foi Davi quem Ele puniu. Mas Bate-Seba, sem dúvida, sofreu tanto quanto ele.<br />
         Antes desses fatos, Davi havia escrito: </p>
<p>“Recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro?” (Sl 56.8).</p>
<p>         A Escritura não fala de palavra nenhuma que Bate-Seba tenha dito em relação à tragédia que sofreu, mas, com certeza, suas lágrimas fluíram livremente para o odre de Deus.<br />
         Deus estende Sua misericórdia a todos aqueles que se arrependem sinceramente. Na Sua insondável sabedoria, Ele distingue o fraco do forte, o humilde do orgulhoso, e prova os corações de todos os homens. Em algum lugar ao longo do caminho, o Deus Supremo provou o coração de Bate-Seba e decidiu abençoá-la. E de fato a abençoou.<br />
         Deus tomou para si o menino que foi concebido por Bate-Seba em adultério. Ainda assim, na Sua misericórdia que dura para sempre, Ele deu-lhe outro filho. As Escrituras dizem que </p>
<p>“Davi veio a Bate-Seba, consolou-a e se deitou com ela; teve ela um filho a quem Davi deu o nome de Salomão; e o Senhor o amou” (2 Sm 12.24).</p>
<p>         Aqui, pela primeira vez, Deus declarou Bate-Seba mulher legítima do rei Davi, santificou seu casamento e o abençoou. Na Sua infinita misericórdia e amor, o Senhor não somente deu a Bate-Seba outro filho, Ele deu ao seu filho a supremacia sobre os irmãos mais velhos, declarando Salomão como herdeiro do trono de seu pai. Mais tarde, Davi iria dizer: </p>
<p>“E de todos os meus filhos, porque muitos filhos me deu o Senhor, escolheu ele a Salomão para se assentar no trono do reino do Senhor, sobre Israel” (1 Cr 28.5).</p>
<p>         Bate-Seba não somente tornou-se a rainha-mãe, ela tornou-se ancestral direta de Jesus, o Messias, através de Salomão, e também através de seu filho Natã (1 Cr 3.5; Lc 3.31). Ela é uma das únicas quatro mulheres listadas na genealogia de Cristo (Mt 1.6).<br />
         Bate-Seba permaneceu junto a Davi pelo resto de sua vida (mais uns vinte anos) e deu a ele quatro filhos (1 Cr 3.5). Era uma esposa dentre muitas e testemunhou um tumulto familiar que hoje seria considerado uma das piores formas de disfunção nas relações domésticas. Embora Deus amasse a Davi e o tenha perdoado e abençoado, manteve a promessa dEle de que a espada nunca deixaria sua casa porque ele tinha assassinado Urias, marido de Bate-Seba, e tomado sua esposa.<br />
         Curiosamente, não existe condenação para Bate-Seba em qualquer parte da Escritura. O pecado é sempre descrito como sendo de Davi somente, principalmente porque Bate-Seba, uma mulher relativamente indefesa na época do Velho Testamento, foi aprisionada na teia de uma outra pessoa, e submetida a um relacionamento acreditando não ter outra escolha. Davi, contudo, teceu a teia quebrando deliberada e indiferentemente três dos Dez Mandamentos: </p>
<p>“Não matarás. Não cometerás adultério&#8230; Não cobiçarás a mulher do próximo” (Êx 20.13-14,17).</p>
<p>         A Lei Mosaica não previa nenhum sacrifício para corrigir essa situação. Davi merecia a morte. Mesmo assim, Deus estendeu Sua misericórdia enquanto providenciava igualmente sua disciplina; e seus efeitos se espalharam pela família de Davi, incluindo sua esposa.<br />
         Primeiro, o filho mais velho de Davi, Amnon, estuprou sua própria meia-irmã, Tamar. Esta ficou tão arrasada que passou o resto de sua vida solteira na casa de seu irmão Absalão (2 Sm 13.20). Davi, contudo, não fez nada para punir Amnon, que merecia ser morto (Lv 18.9,29). Conseqüentemente Absalão, que amava tanto sua irmã que deu o nome dela à sua filha em sua homenagem (2 Sm 14.27), fez justiça com suas próprias mãos (2 Sm 13.29). Então ele fugiu para a casa de Talmai, rei de Gesur, avô dele e de Tamar (2 Sm 13.37; 1 Cr 3.2).<br />
         Absalão voltou para casa três anos depois. Mas Davi, que não fora rígido o suficiente com Amnon, foi bastante duro com Absalão e se recusou a restaurar seu relacionamento com ele. Como conseqüência, Absalão fomentou uma rebelião que obrigou Davi a fugir para salvar sua vida.<br />
         Muito provavelmente Bate-Seba e seus filhos fugiram com ele, pois a Bíblia diz: </p>
<p>“Saiu o rei, e todos os de sua casa o seguiram; deixou porém o rei dez concubinas, para cuidarem da casa” (2 Sm 15.16).</p>
<p>         No final, Absalão morreu. Davi, atormentado pela dor e possivelmente por seu miserável fracasso como pai, chorou alto, clamando:</p>
<p>“Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Quem dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!” (2 Sm 18.33). </p>
<p>        Tudo isso por causa do seu pecado com Bate-Seba.<br />
         Bate-Seba aparece novamente nas Escrituras logo antes da morte de Davi, quando ele estava com cerca de 70 anos. Ela continua sendo aquela mulher submissa, que faz o que lhe mandam fazer; e Davi ainda continua o pai negligente. Adonias, irmão de Absalão e o mais velho do restante dos filhos de Davi, começou a falar que seria o rei – mesmo sabendo que o reino iria para Salomão, “porque do Senhor ele o recebeu” (1 Rs 2.15). Davi não fez nada para impedi-lo. Então Adonias realizou uma festa, ostensivamente para celebrar sua ascensão ao trono. Quando o profeta Natã percebeu o que estava acontecendo, instruiu Bate-Seba a contá-lo a Davi, que agora já encontrava-se velho e doente.<br />
         Bate-Seba obedeceu. Naquilo que foi um dos melhores momentos com sua esposa, Davi declarou a Bate-Seba: </p>
<p>“Tão certo como vive o Senhor, que remiu a minha alma de toda a angústia, farei no dia de hoje, como te jurei pelo Senhor, Deus de Israel, dizendo: Teu filho Salomão reinará depois de mim e se assentará no meu trono, em meu lugar” (1 Rs 1.29-30).</p>
<p>         Enquanto Adonias estava com seus convidados, Zadoque, o sacerdote, e Natã, o profeta, coroaram Salomão. Aproximadamente 21 anos depois que Deus tomou o filho de Bate-Seba, que fora concebido em pecado, Ele coroou seu outro filho como rei de Israel.<br />
         Bate-Seba aparece ainda mais uma vez. Davi havia morrido, e Adonias aparentemente continuava alimentando esperanças de poder usurpar o trono. Adonias pediu a Bate-Seba que convencesse seu filho Salomão a lhe dar Abisague, uma bonita jovem que havia servido a Davi. Bate-Seba era evidentemente ingênua no que diz respeito aos caminhos do mundo e não entendeu que o pedido de Adonias era uma tentativa de desacreditar seu filho. Na cultura daquele tempo, Abisague era propriedade do rei. Se ele não a quisesse, ninguém mais poderia tê-la. Irado, Salomão negou o pedido e solidificou seu reinado mandando matar Adonias (1 Rs 2.24-25).<br />
         Mas a entrada de Bate-Seba na presença de Salomão revela um belo relance do relacionamento entre mãe e filho. A Escritura diz: </p>
<p>“O rei se levantou a encontrar-se com ela e se inclinou diante dela; então, se assentou no seu trono e mandou pôr uma cadeira para sua mãe, e ela se assentou à sua mão direita” (1 Rs 2.19). </p>
<p>        Embora Bate-Seba fosse agora apenas uma viúva entre tantas no palácio, ela era a única viúva que era mãe do rei.<br />
         Foi escrito no livro de Gálatas: </p>
<p>“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7). </p>
<p>        Infelizmente, aquele que semeia não é o único que colhe. No instante em que Davi semeou sementes de pecado, as vidas de Bate-Seba e de seus filhos foram mudadas para sempre. Deus, mesmo sendo santo, reto e justo, também é misericordioso. Sua misericórdia dura para sempre e Ele a dispensa graciosamente para qualquer um que verdadeiramente se arrepende.</p>
<p>Autor: Lorna Simcox </p>
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		<title>O Pastor 171, a Ovelha Burra e o Bode Ganancioso</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 10:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[Bode Ganancioso]]></category>
		<category><![CDATA[O Pastor 171]]></category>
		<category><![CDATA[Ovelha Burra]]></category>

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		<description><![CDATA[O velho pastor chamou em seu escritório o jovem rapaz que lhe auxiliava nos trabalhos. Aquele menino era o seu braço direito e ele queria passar os segredos do seu sucesso, até porque, para dar vôos mais altos e expandir o negócio, quer dizer, a igreja, ele precisaria dividir seus conhecimentos. &#8211; Meu filho, ouve agora as minhas instruções e dá ouvidos às minhas palavras. O que vou te dizer agora e de suma importância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> O velho pastor chamou em seu escritório o jovem rapaz que lhe auxiliava nos trabalhos. Aquele menino era o seu braço direito e ele queria passar os segredos do seu sucesso, até porque, para dar vôos mais altos e expandir o negócio, quer dizer, a igreja, ele precisaria dividir seus conhecimentos.<br />
         &#8211; Meu filho, ouve agora as minhas instruções e dá ouvidos às minhas palavras.  O que vou te dizer agora e de suma importância para você vencer na vida.<br />
         O discípulo achou estranho, mas gostou da confiança que lhe estava sendo imposta.<br />
         &#8211; Existem dois tipos de pessoas: a ovelha burra e o bode ganancioso. É com este tipo de pessoas que você deverá trabalhar &#8211; sentenciou o velho para aquele jovem com olhos arregalados de surpresa.<br />
         Enquanto o jovem se ajeitou na poltrona para ouvir melhor, o pastor continuou.<br />
         &#8211; Para você conseguir sucesso, fama, e dinheiro primeiro você precisa se cercar de umas mulheres mal amadas. Estas cujos maridos são totalmente ausentes, desinteressados, beberrões e que dão mais valor aos amigos do que as esposas. Elas serão fiéis a você e não deixarão que falem mal de você.<br />
         O jovem se aconchegou ainda mais na poltrona, coçou o queixo e continuava a olhar fixamente no mestre.<br />
         &#8211; Vou te falar da ovelha burra. Este tipo de gente não lê a Bíblia e acreditará em tudo o que você falar. Use especialmente textos do Velho Testamento para arrancar o dinheiro delas. E não tenha medo. Seja ousado! Peça muito. E faça parecer que isto é um gesto de dedicação a Deus. Um gesto de fé. Na sua burrice, elas não vão questionar você.<br />
         O jovem continuava calado, meio descrente, meio surpreso, mas já vislumbrando o seu futuro.<br />
         &#8211; A estrategia para com os bodes gananciosos é diferente. Faça parecer que eles sempre irão levar vantagens. Peça dinheiro, bens, carro, casa, joias&#8230; Tudo o que eles tiverem. Mas faça parecer que eles irão ganhar o dobro se derem para Deus, quer dizer, para você. O ganancioso é a vítima mais fácil porque mesmo as vezes sendo inteligente, eles são mais facilmente enganados justamente por causa da ganância<br />
         A esta altura o garoto já sorria maliciosamente. Fora fisgado pela fala do mestre.<br />
         &#8211; Por último, desenvolva a arte de fazer as críticas parecerem perseguição. Mais cedo ou mais tarde alguém vai denunciar ou criticar você. Quando alguém cair em si e sair do seu redil, diga que não obteve o que queria por causa da falta fé. Você precisa fazer tudo parecer um gesto de fé. Assim poderá culpar os críticos de falta de fé.<br />
         &#8211; Mas pastor&#8230; &#8211; Tentou dizer algo o jovem aprendiz.<br />
         &#8211; Ainda não terminei. Viva no luxo. Tenha do bom e do melhor. Tire exemplo das novelas. Já viu pobreza e coisa feia nas novelas? Lá tudo é lindo e maravilhoso. Não tem miséria. O bode ganancioso e a ovelha burra acham que isto é que é sinal da bênção de Deus.<br />
         E assim a conversa se estendeu por um logo tempo. Trocaram ainda algumas considerações finais e o mestre despediu seu pupilo. Saindo para casa, após caminhar alguns metros um senhor se dirige ao jovem.<br />
         &#8211; Moço, um folheto da Palavra de Deus pra você.<br />
         O jovem pensou em recusar, mas visto que poderia fazer aquele velho tentar argumentar, aceitou. Continuou seu caminho e antes de jogar o folheto no chão, deu uma olhada no título:<br />
         &#8220;Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?&#8221;</p>
<p>Autor: Pastor Vinícius<br />
Fonte: Estudos Gospel</p>
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		<title>Lutando com Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 10:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Jacó]]></category>
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		<description><![CDATA[Jacó lutou com Deus no Vale de Jaboque. Disse a Deus &#8220;não te deixarei ir até que me abençoes&#8221;. Literalmente, saiu no tapa com Deus, e levou a pior: foi ferido no nervo da coxa e passou o resto da vida mancando. Mas foi abençoado, e nesse sentido se deu bem. Seu nome deixou de ser Jacó, que quer dizer &#8220;aquele que age traiçoeiramente&#8221;, e passou a se chamar Israel, &#8220;aquele que luta com Deus&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jacó lutou com Deus no Vale de Jaboque. Disse a Deus &#8220;não te deixarei ir até que me abençoes&#8221;. Literalmente, saiu no tapa com Deus, e levou a pior: foi ferido no nervo da coxa e passou o resto da vida mancando. Mas foi abençoado, e nesse sentido se deu bem. Seu nome deixou de ser Jacó, que quer dizer &#8220;aquele que age traiçoeiramente&#8221;, e passou a se chamar Israel, &#8220;aquele que luta com Deus&#8221;.</p>
<p>A pergunta por trás dessa história é por que um homem tem que lutar com Deus para ser abençoado? Estaria Deus se recusando a abençoar? Teria Deus má vontade em fazer o bem? Seria o caso de Deus não ser tão generoso quanto queremos acreditar? Será que as bençãos de Deus nós as conquistamos às custas de muito esforço, através de vigílias de oração, correntes de fé, jejuns, sacrifícios com ofertas financeiras, penitências, e tantas outras expressões próprias das religiões? Seria a nossa parte &#8220;tomar posse&#8221; das bençãos e a parte de Deus dificultar ao máximo o acesso aos seus favores para que somente os muito perseverantes os alcancem? Precisamos mesmo reivindicar o que é nosso? Enfim, por que a Bíblia diz que Jacó lutou com Deus até ser abençoado por Ele?</p>
<p>A luta com Deus não se justitifica pela necessidade de convencer Deus a abençoar. A luta com Deus não visa a mudar o coração de Deus em relação a nós e nossas necessidades e desejos. Lutamos com Deus porque queremos ser abençoados em nossos termos. Lutamos com Deus porque não queremos permitir que Ele transforme nossos corações e mentes. Lutamos com Deus porque nos recusamos a mudar. Lutamos com Deus porque queremos os favores de Deus e ao mesmo tempo queremos permanecer as mesmas pessoas que sempre fomos, agarradas aos mesmos vícios, padrões de pensamento, idéias fixas, comportamentos maléficos e sentimentos mesquinhos. Lutamos com Deus como quem diz &#8220;anda logo, responda a minha oração, atenda os meus anseios e não se meta na minha vida&#8221;. Lutamos com Deus porque queremos impor sobre Ele nossa vontade, em vez de nos submetermos à sua vontade, que é sempre boa, perfeita e agradável.</p>
<p>O evangelho não é um caminho de conquista de bençãos. O evangelho é um convite à intimidade com Deus, numa caminhada onde nossos corações e mentes vão sendo transformados de modo a nos ocuparmos tanto com o reino de Deus, a justiça de Deus e a glória de Deus, que nem nos damos conta que as coisas que desejamos Deus no-las concede como expressão de seu cuidado paterno amoroso e fiel.<br />
Fonte: IBAB</p>
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		<title>O grande eu sou e os pequenos eus</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 10:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos Bíblicos sobre pecado]]></category>
		<category><![CDATA[Pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[O grande pecado do homem é seu desejo de ser igual a Deus: ter nas mãos a prerrogativa de impor sua vontade sobre todas as outras vontades; fazer de si mesmo &#8220;a medida de todas as coisas&#8221;; ocupar o centro do universo de modo que tudo concorra para seu prazer, conforto e comodidade; afirmar o seu pequeno eu contra todos os outros eus, inclusive o grande Eu Sou. O fruto da árvore do conhecimento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grande pecado do homem é seu desejo de ser igual a Deus: ter nas mãos a prerrogativa de impor sua vontade sobre todas as outras vontades; fazer de si mesmo &#8220;a medida de todas as coisas&#8221;; ocupar o centro do universo de modo que tudo concorra para seu prazer, conforto e comodidade; afirmar o seu pequeno eu contra todos os outros eus, inclusive o grande Eu Sou.</p>
<p>O fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal era bonito de se ver, agradável ao paladar e suficiente para dar entendimento. Mas a razão porque Adão e Eva comeram o fruto proibido foi outra: a convicção de aquele fruto faria com que se tornassem iguais a Deus, conhecedores do bem e do mal, e, portanto, capazes de tomar nas mãos a responsabilidade de dizer o que é certo e o que é errado, o que é bem e o que é mal. Em outras palavras, vislumbraram a possibilidade de não depender de Deus para definirem seu jeito de ser e viver. Julgaram que seriam capazes de conduzir o universo à luz de seus próprios critérios. Acreditaram que conseguiriam fazer leis mais justas e adequadas do que as leis de Deus. Imaginaram que poderiam mudar os padrões da criação, fazendo com que todas as realidades se curvassem aos seus interesses e conveniências. Sonharam com o império do pequeno eu. E então morreram.</p>
<p>Morreram porque foram expulsos do paraíso, isto é, seu relacionamento com Deus, a fonte da vida, foi rompido. Morreram quando saíram de Deus. E Deus não poderia ter evitado, não poderia manter em si mesmo incontáveis pequenos eus egocêntricos. Deus não poderia permitir um universo funcionando para satisfazer os caprichos de incontáveis pequenos eus. Um universo assim seria o caos, exatamente o que vivemos hoje. Por esta razão entregou o homem às conseqüências de sua prepotência, na esperança de que sua saudade do paraíso fosse suficiente para que compreendesse a necessidade da morte de seu pequeno eu, de modo que entregasse a vida novamente aos cuidados do grande Eu Sou.</p>
<p>E assim chegou Jesus, ensinando os homens a orar &#8220;venha o teu reino&#8221;, ou &#8220;traz o paraíso de volta&#8221;, pois acolhemos &#8220;tua vontade na terra como no céu&#8221;. Eis a síntese da oração: render a vontade do pequeno eu à vontade do grande Eu Sou.</p>
<p>Fonte: IBAB</p>
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